Wagner sugere plebiscito para presidente

O ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, defende que seja criado no País 'uma espécie de plebiscito' para quem comanda o Palácio do Planalto; "Numa situação de impopularidade, o instrumento mais legítimo seria o recall. Não se pode banalizar o impeachment. Criou-se esse processo político que não tem legitimidade jurídica", disse o ex-governador da Bahia; a proposta, contudo, precisaria ser aprovada pelo Congresso

O ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, defende que seja criado no País 'uma espécie de plebiscito' para quem comanda o Palácio do Planalto; "Numa situação de impopularidade, o instrumento mais legítimo seria o recall. Não se pode banalizar o impeachment. Criou-se esse processo político que não tem legitimidade jurídica", disse o ex-governador da Bahia; a proposta, contudo, precisaria ser aprovada pelo Congresso
O ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, defende que seja criado no País 'uma espécie de plebiscito' para quem comanda o Palácio do Planalto; "Numa situação de impopularidade, o instrumento mais legítimo seria o recall. Não se pode banalizar o impeachment. Criou-se esse processo político que não tem legitimidade jurídica", disse o ex-governador da Bahia; a proposta, contudo, precisaria ser aprovada pelo Congresso (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, defende que seja criado no País 'uma espécie de plebiscito' para quem comanda o Palácio do Planalto. A proposta, no entanto, teria que ser aprovada pelo Congresso.

"Numa situação de impopularidade, o instrumento mais legítimo seria o recall. Não se pode banalizar o impeachment. Criou-se esse processo político que não tem legitimidade jurídica", disse o ex-governador da Bahia ao blog de 'Gerson Camarotti.

Wagner propõe que se crie uma espécie de plebiscito após um ano de mandato presidencial. Isso serviria para a população avaliar o mandato e se as promessas de campanha estariam sendo cumpridas.

Pela proposta do ministro, se dois terços dos eleitores rejeitarem o presidente em exercício, ele perderia automaticamente o mandato. Na avaliação de Wagner, o impeachment fragiliza a democracia brasileira.

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