Wall Street Journal chama Haddad de 'visionário urbano'

“Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer, sobre as ciclovias de Fernando Haddad (PT); “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”, acrescentaram

www.brasil247.com - “Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer, sobre as ciclovias de Fernando Haddad (PT); “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”, acrescentaram
“Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer, sobre as ciclovias de Fernando Haddad (PT); “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”, acrescentaram (Foto: Roberta Namour)


247 - O jornal norte-americano Wall Street Journal publicou nesta quarta-feira uma reportagem elogiando as ciclovias do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).

“Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer no texto.

Os repórteres dizem ainda que o “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”.

Eles afirmam ainda que a iniciativa “de modo geral ganhou altas notas do público, mas enfureceu alguns motoristas que veem o prefeito como uma intromissão quase socialista que está fora de sintonia com a sua cidade auto-cêntrica”.

 

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