Wellington Dias cobra divisão justa de impostos

O governador do Piauí, Wellington Dias, reuniu-se, em Brasília, com representantes do governo federal para discutir o esforço fiscal que será feito por todos os estados para auxiliar os que se encontram em dívidas com a União; Wellington afirmou que serão tirados R$ 55 bilhões do dinheiro dos impostos que todos pagam, para o alongamento das dívidas dos devedores; o volume é pago pelos 27 estados; do total, R$ 50 bilhões serão para São Paulo, Rio, Minas e Rio Grande do Sul; “É importante ter uma alternativa para estes Estados que estão sem oxigênio, sufocados. Mas é preciso que se faça isso dentro de um paco federativo de forma mais justa. E o Piauí e o Tocantins que não devem nada a União?", questionou

O governador do Piauí, Wellington Dias, reuniu-se, em Brasília, com representantes do governo federal para discutir o esforço fiscal que será feito por todos os estados para auxiliar os que se encontram em dívidas com a União; Wellington afirmou que serão tirados R$ 55 bilhões do dinheiro dos impostos que todos pagam, para o alongamento das dívidas dos devedores; o volume é pago pelos 27 estados; do total, R$ 50 bilhões serão para São Paulo, Rio, Minas e Rio Grande do Sul; “É importante ter uma alternativa para estes Estados que estão sem oxigênio, sufocados. Mas é preciso que se faça isso dentro de um paco federativo de forma mais justa. E o Piauí e o Tocantins que não devem nada a União?", questionou
O governador do Piauí, Wellington Dias, reuniu-se, em Brasília, com representantes do governo federal para discutir o esforço fiscal que será feito por todos os estados para auxiliar os que se encontram em dívidas com a União; Wellington afirmou que serão tirados R$ 55 bilhões do dinheiro dos impostos que todos pagam, para o alongamento das dívidas dos devedores; o volume é pago pelos 27 estados; do total, R$ 50 bilhões serão para São Paulo, Rio, Minas e Rio Grande do Sul; “É importante ter uma alternativa para estes Estados que estão sem oxigênio, sufocados. Mas é preciso que se faça isso dentro de um paco federativo de forma mais justa. E o Piauí e o Tocantins que não devem nada a União?", questionou (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí 247 - O governador do Piauí, Wellington Dias, reuniu-se nesta terça-feira (11), em Brasília, com representantes do governo federal para discutir o esforço fiscal que será feito por todos os estados para o auxílio aos que se encontram em dívidas com a União. Segundo o chefe do executivo, as unidades federativas sem dívidas também devem ser beneficiadas, e não apenas as devedoras, que, por conta da crise econômica, necessitam de mais recursos. Ao comentar a renegociação das dívidas dos estados, Wellington afirmou que haverá um esforço fiscal, ou seja, serão tirados R$ 55 bilhões do dinheiro dos impostos que todos pagam, para fazer o alongamento das dívidas dos devedores. O volume é pago pelos 27 Estados da federação e, de toda a dívida, 91%, ou seja, R$ 50 bilhões, serão para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerias, Rio Grande do Sul.

“É importante ter uma alternativa para estes Estados que estão sem oxigênio, sufocados. Mas é preciso que se faça isso dentro de um paco federativo de forma mais justa. E o Piauí e o Tocantins que não devem nada a União? São 20 Estados com metade dos brasileiros que pagam boa parde dos impostos no Brasil e que vão ficar com apenas 9% desse esforço total, ou seja, dos R$ 55 bilhões, R$ 5 bilhões serão para 20 Estados e R$ 50 bilhões para sete Estados”, disse Wellington Dias.

De acordo com o governador, um estudou apontou que, da principal receita do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, os estados dessas regiões ficam com 85% do fundo de participação, um dinheiro de imposto de renda e imposto de industrialização. Segundo Wellington, “o governo abriu mão de receitas que já estavam entrando, represou impostos sobre exportação, de compensação da Lei Candi, ficaram represados R$ 14 bilhões que a União segurou ou em medidas que tomou e saíram da nossa receita".

"Fizemos uma negociação e nesta fase difícil da economia em queda, pedimos R$ 7 bilhões para que pudéssemos aplicar no que é essencial à vida como saúde e educação, segurança, assim, a gente consegue sobreviver. Se fossem liberados empréstimos, tocamos investimento e na Lei da Repatriação, distribui sobre o valor principal os 15% de impostos a serem pagos e 15% da multa", complementou.

"Mas, até agora, nada disso foi resolvido. Por isso, voltamos nesta terça-feira para a tratar com a equipe do governo e com a participação da Câmara e do Senado um acordo e entendimento para que haja mais justiça social neste esforço fiscal do Brasil”.

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