Zika: Maceió tem mais de mil casos suspeitos

Dos 1.364 casos suspeitos de zika Vírus em Maceió, 11 atingiram gestantes, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS); os bairros do Poço, Ponta da Terra e Cruz das Almas, além da orla lagunar e dos conjuntos Salvador Lyra e Village Campestre são os que apresentam maior incidência; já com relação à dengue foram registrados 638 casos

Dos 1.364 casos suspeitos de zika Vírus em Maceió, 11 atingiram gestantes, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS); os bairros do Poço, Ponta da Terra e Cruz das Almas, além da orla lagunar e dos conjuntos Salvador Lyra e Village Campestre são os que apresentam maior incidência; já com relação à dengue foram registrados 638 casos
Dos 1.364 casos suspeitos de zika Vírus em Maceió, 11 atingiram gestantes, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS); os bairros do Poço, Ponta da Terra e Cruz das Almas, além da orla lagunar e dos conjuntos Salvador Lyra e Village Campestre são os que apresentam maior incidência; já com relação à dengue foram registrados 638 casos (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Maceió tem 1.364 casos suspeitos de zika Vírus, sendo 11 deles em gestantes. A maior incidência acontece nos bairros da parte baixa da cidade, como Poço, Ponta da Terra e Cruz das Almas, na orla lagunar e na região do Salvador Lyra e Village Campestre. Os dados foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Em 2015 foram notificados 3.928 casos suspeitos. Desse total, 15 deles confirmados por exame laboratorial e 3.910 por exame clínico epidemiológico e apenas três foram descartados.

Consequência do zika, a microcefalia também teve números altos na capital de acordo com o Boletim Epidemiológico da Coordenação de Vigilância Epidemiológica. Até 8 de abril, foram 67 notificações, sendo 35 foram descartados, cinco confirmados 27 estão sob investigação. Não houve registro de óbito.

Já com relação à dengue, foram registrados 638 casos da doença em Maceió. A maior incidência continua nos bairros do Pontal da Barra, Pajuçara e Jaraguá. Destes, 16 foram notificados como graves (com um confirmado como dengue grave ocorrido no Tabuleiro), dois como dengue, um descartado e 12 ainda estão sob investigação.

Também foram confirmados três casos de dengue com sinal de alarme nos bairros Gruta de Lourdes, Serraria e Benedito Bentes. A secretaria investiga cinco óbitos que podem ter sido causados pela doença. As amostras são analisadas pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).

O boletim da SMS traz ainda os números da chikungunya: foram 219 casos em 2016, 22 confirmados por laboratório e 119 por critério clínico-epidemiológico. Oos demais estão sob investigação. No mesmo período do ano passado, foram notificados 61 casos, 11 confirmados e 50 descartados.

Com gazetaweb.com e assessoria

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