Sob o comando de Bolsonaro, Amazônia registra a maior queimada em setembro desde 2017

Inpe estima que o número de incêndios deve superar, nos próximos dias, setembro de 2017, que é o maior valor de queimadas para esse mês em mais de uma década

Fumaça sobre vegetação ao redor do rio Cuiabá, no Pantanal, em Poconé, no Mato Grosso

247 - Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelam que a Amazônia passou pelo pior setembro no número de queimadas desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PL). 

De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, nos primeiros vinte dias de setembro deste ano foram registrados 32.137 focos de fogo, o que supera a marca de todo o mês de setembro de 2020, período em que foi registrado o maior número de queimadas no bioma sob o comando de Bolsonaro.

A Amazônia teve três dias seguidos com mais de 3.000 focos de calor. Somente nos primeiros cinco dias de setembro, houve 2.000 incêndios registrados por dia e outros oitos tiveram mais 1.000 focos. 

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O Inpe estima que o número de incêndio deve superar também, já nos próximos dias, setembro de 2017, que é o maior valor de queimadas para esse mês em mais de uma década.

As queimadas na Amazônia estão associadas ao desmatamento, portanto, à ação humana. No bioma, a área destruída é usada em seguida para grilagem, fortemente apoiada pelo governo Bolsonaro. 

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