A queda vertiginosa da tiragem de Folha, Globo e Estadão

Números do Instituto Verificador de Circulação (IVC) apontam que a Folha teve uma queda de aproximadamente um terço de sua circulação impressa em apenas três anos, “O jornal que duas décadas atrás se orgulhava de tirar 1,5 milhão de exemplares aos domingos, hoje apresenta uma circulação impressa de meros 166 mil exemplares diários, queda que se acentuou na gestão de Sérgio Dávila à frente da redação. Neste ritmo, dentro de dez anos a Folha deixa de existir na versão impressa”, diz Raymundo Gomes, do DCM

Números do Instituto Verificador de Circulação (IVC) apontam que a Folha teve uma queda de aproximadamente um terço de sua circulação impressa em apenas três anos, “O jornal que duas décadas atrás se orgulhava de tirar 1,5 milhão de exemplares aos domingos, hoje apresenta uma circulação impressa de meros 166 mil exemplares diários, queda que se acentuou na gestão de Sérgio Dávila à frente da redação. Neste ritmo, dentro de dez anos a Folha deixa de existir na versão impressa”, diz Raymundo Gomes, do DCM
Números do Instituto Verificador de Circulação (IVC) apontam que a Folha teve uma queda de aproximadamente um terço de sua circulação impressa em apenas três anos, “O jornal que duas décadas atrás se orgulhava de tirar 1,5 milhão de exemplares aos domingos, hoje apresenta uma circulação impressa de meros 166 mil exemplares diários, queda que se acentuou na gestão de Sérgio Dávila à frente da redação. Neste ritmo, dentro de dez anos a Folha deixa de existir na versão impressa”, diz Raymundo Gomes, do DCM (Foto: Roberta Namour)

247 - Números do Instituto Verificador de Circulação (IVC), divulgados pelo blog de Fernando Rodrigues, no UOL, apontam a vertiginosa queda de tiragem dos três jornalões brasileiros, Folha de S. Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo.

Segundo Raymundo Gomes, do DCM, o número que mais impressiona é o da Folha – uma queda de aproximadamente um terço de sua circulação impressa em apenas três anos. “O jornal que duas décadas atrás se orgulhava de tirar 1,5 milhão de exemplares aos domingos (circulação, convém ressalvar, dopada por fascículos e outros produtos), hoje apresenta uma circulação impressa de meros 166 mil exemplares diários, queda que se acentuou na gestão de Sérgio Dávila à frente da redação. Neste ritmo, dentro de dez anos a Folha deixa de existir na versão impressa”, diz.

As curvas do Globo e do Estadão são parecidas, indicando uma tendência firme de abandono dos jornais pelo público (leia aqui).

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