A Toffoli, falta equilíbrio até para apitar disputa de bola de gude

Quem diz é o jornalista Augusto Nunes, que o ataca em razão dos supostos impropérios dirigidos ao colega Ricardo Noblat

A Toffoli, falta equilíbrio até para apitar disputa de bola de gude
A Toffoli, falta equilíbrio até para apitar disputa de bola de gude (Foto: Divulgação_STF/Divulgação)
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247 – Ricardo Noblat, colunista do jornal O Globo, se disse agredido verbalmente por José Antonio Dias Toffoli, ministro do STF, que até agora não negou, embora uma testemunha o tenha feito em seu lugar. Este silêncio do ministro alimenta novos ataques. Agora, de Augusto Nunes que diz que Toffoli não tem equilíbrio nem para apitar uma disputa de bolinha de gude. Leia seu artigo:

Sem saber que o alvo dos insultos estava ouvindo o que dizia, José Antonio Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal, despejou na madrugada de sábado, em conversa com um amigo, uma cachoeira de palavrões impublicáveis sobre o jornalista Ricardo Noblat. O texto publicado no Blog do Noblat revela o que pensa o ministro de quem ousa criticá-lo.

A partir de 1994, Toffoli foi assessor jurídico do PT, da bancada do partido na Câmara dos Deputados, de três campanhas eleitorais comandadas por Lula e da Casa Civil chefiada por José Dirceu. Virou advogado-geral da União e, como prêmio pelos serviços prestados aos companheiros, ganhou uma vaga no STF.

Leiam o que Toffoli diz. Confiram a linguagem de cortiço usada por um ministro do Supremo nomeado por Lula. Contemplem uma alma atormentada pela insegurança dos medíocres e por ressentimentos juvenis. O episódio é só mais uma prova de que o bacharel nascido e criado no ninho mais detestável do PT está irremediavelmente despreparado para o cargo que ocupa.

Falta-lhe equilíbrio para apitar uma partida de futebol amador. Falta-lhe moderação até para arbitrar uma disputa de bolinha de gude. Falta-lhe competência para deliberar sobre um jogo de videogame. Mas é juiz do Supremo. Mais: há dias, decidiu liberar-se para participar do julgamento do mensalão e absolver os parceiros que lhe garantiram o empregão.

É o Brasil.

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