“Ação relâmpago de Moro é irresponsável e política”

Jornalista Kennedy Alencar diz que divulgação da conversa entre a presidente Dilma e o ex-presidente Lula "mostra que está sendo travada uma guerra aberta entre o juiz Sérgio Moro e o Palácio do Planalto" e avalia que o juiz de Curitiba "agiu em retaliação à nomeação de Lula para a Casa Civil"; "Numa ação relâmpago, Moro quis causar um dano antes de as investigações saírem das mãos dele e tomarem outro rumo. Isso é perigoso. Um juiz não deve agir politicamente", diz o jornalista, que chama Moro de "justiceiro"

Jornalista Kennedy Alencar diz que divulgação da conversa entre a presidente Dilma e o ex-presidente Lula "mostra que está sendo travada uma guerra aberta entre o juiz Sérgio Moro e o Palácio do Planalto" e avalia que o juiz de Curitiba "agiu em retaliação à nomeação de Lula para a Casa Civil"; "Numa ação relâmpago, Moro quis causar um dano antes de as investigações saírem das mãos dele e tomarem outro rumo. Isso é perigoso. Um juiz não deve agir politicamente", diz o jornalista, que chama Moro de "justiceiro"
Jornalista Kennedy Alencar diz que divulgação da conversa entre a presidente Dilma e o ex-presidente Lula "mostra que está sendo travada uma guerra aberta entre o juiz Sérgio Moro e o Palácio do Planalto" e avalia que o juiz de Curitiba "agiu em retaliação à nomeação de Lula para a Casa Civil"; "Numa ação relâmpago, Moro quis causar um dano antes de as investigações saírem das mãos dele e tomarem outro rumo. Isso é perigoso. Um juiz não deve agir politicamente", diz o jornalista, que chama Moro de "justiceiro" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O jornalista Kennedy Alencar afirma que divulgação da conversa entre a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula "mostra que está sendo travada uma guerra aberta entre o juiz Sérgio Moro e o Palácio do Planalto" e avalia que o juiz de Curitiba "agiu em retaliação à nomeação de Lula para a Casa Civil".

"Numa ação relâmpago, Moro quis causar um dano antes de as investigações saírem das mãos dele e tomarem outro rumo. Isso é perigoso. Um juiz não deve agir politicamente. É frágil o argumento de justificar a divulgação como uma forma de atender ao interesse público e de mostrar que autoridades agiriam na sombra.

"Nesse caso, o juiz deveria ter divulgado antes, não no dia em que houve a decisão que levaria a investigação sobre Lula para o Supremo Tribunal Federal", acrescenta o jornalista. "A exposição de um material desse tipo, sem denúncia contra Lula, sem uma decisão judicial num processo em que ele seja réu, é uma forma de julgamento sumário, de justiçamento. Não é correto um juiz agir como justiceiro".

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