Ala do TSE ameaça PT com perda do tempo de TV para forçar desistência de Lula

O repertório de perseguições à candidatura Lula não cessa de surpreender e de atacar por todos os lados; caso o registro da candidatura de Lula não seja aceito, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pode cassar o tempo de TV do PT, previsto para ir ao ar a partir do dia 31 de agosto, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo; essa suspensão - cujo entendimento causa divisões até no TSE - perduraria até que o partido indique o substituto de Lula caso ele seja impugnado nessa data

Ala do TSE ameaça PT com perda do tempo de TV para forçar desistência de Lula
Ala do TSE ameaça PT com perda do tempo de TV para forçar desistência de Lula

247 - O repertório de perseguições à candidatura Lula não cessa de surpreender e de atacar por todos os lados. Caso o registro da candidatura de Lula não seja aceito, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pode cassar o tempo de TV do PT, previsto para ir ao ar a partir do dia 31 de agosto, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo. Essa suspensão - cujo entendimento causa divisões até no TSE - perduraria até que o partido indique o substituto de Lula caso ele seja impugnado nessa data. 

Um dos ministros da corte afirma que apenas as legendas que têm candidato a presidente podem dispor de tempo para fazer propaganda eleitoral. Se o PT, depois de uma sentença impedindo Lula, recorrer e insistir com o nome dele, pode ficar fora do ar até oficializar o nome de Haddad. A 'insistência' da legenda - que na verdade é apenas o direto dentro do cumprimento dos prazos legas do registro -, diz o magistrado, não pode “virar fraude”.

"Já outros ministros acham a tese discutível. Eles argumentam que o tempo é das agremiações partidárias e que elas fazem com ele o que quiserem. Advogados temem que o TSE casse o programa —o que obrigaria Lula a jogar logo a toalha e a sacramentar o substituto. A TV é considerada essencial para que o partido tenha competitividade eleitoral.

Eles lembram que, há quatro anos, quando o então presidenciável Eduardo Campos morreu, o PSB seguiu com sua propaganda no ar —mesmo antes de Marina Silva ser oficializada no lugar dele. E o partido está apreensivo com a possibilidade de o ministro Admar Gonzaga ser indicado relator do caso, por já ter julgado outros pedidos de impugnação de Lula. A ideia é sustentar o impedimento dele, considerado voto certo contra o petista."

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