André Singer: fisiologia pode brecar fetichismo da Lava Jato

O chamado 'centrão' "não é suficiente para fazer mudanças constitucionais, mas, bem alimentado por verbas, consegue sustentar governos", analisa o cientista político; para ele, os integrantes da força-tarefa a Lava Jato, líderes do Partido da Justiça (PJ), são aficionados por algemas; "Eles querem meter na cadeia o maior número possível de corruptos"

O chamado 'centrão' "não é suficiente para fazer mudanças constitucionais, mas, bem alimentado por verbas, consegue sustentar governos", analisa o cientista político; para ele, os integrantes da força-tarefa a Lava Jato, líderes do Partido da Justiça (PJ), são aficionados por algemas; "Eles querem meter na cadeia o maior número possível de corruptos"
O chamado 'centrão' "não é suficiente para fazer mudanças constitucionais, mas, bem alimentado por verbas, consegue sustentar governos", analisa o cientista político; para ele, os integrantes da força-tarefa a Lava Jato, líderes do Partido da Justiça (PJ), são aficionados por algemas; "Eles querem meter na cadeia o maior número possível de corruptos" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O cientista político André Singer visualiza, na votação da segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara, um embate "entre os fisiológicos e os alienistas, loucos para algemar as mãos esvoaçantes do sucessor de Rousseff".

Singer destaca que o chamado 'centrão' "não é suficiente para fazer mudanças constitucionais, mas, bem alimentado por verbas, consegue sustentar governos". A favor de Janot, porém, lembra ele, a blindagem ao Planalto diminuiu desde o impeachment, como foi mostrado na votação da primeira denúncia.

Para o colunista, os integrantes da força-tarefa a Lava Jato, a quem chama de "líderes do Partido da Justiça (PJ)", são aficionados por algemas. "Eles querem meter na cadeia o maior número possível de corruptos", define, lembrando do personagem de O Alienista, de Machado de Assis.

Leia aqui a íntegra.

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