Aroeira: Secom de Bolsonaro ou censura a imprensa ou corrompe mídia com dinheiro oficial

“A Secom, Secretaria de Comunicação do governo Bolsonaro, deveria se chamar Secen: Secretaria de Censura do governo”, defende o chargista Renato Aroeira, alvo de um inquérito da Polícia Federal a pedido do Ministério da Justiça com o objetivo de investigar uma charge de sua autoria

(Foto: Felipe Gonçalves/247 | Isac Nóbrega/PR)
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247 - O chargista e jornalista Renato Aroeira, afirmou durante participação no programa Bom Dia 247 que “a Secom - Secretaria de Comunicação do governo Bolsonaro -, deveria se chamar Secen - Secretaria de Censura do governo”. 

O chargista é alvo de um inquérito aberto pela Polícia Federal, na última segunda-feira (15). A pedido de Jair Bolsonaro, a PF gasta seus recursos financeris e humanos para "investigar" uma charge em que uma cruz vermelha de um hospital é transformada em suástica, símbolo do nazismo.

Aroeira diz que a Secom procura “azeitar as engrenagens dos órgãos com dinheiro”, referindo-se aos grandes conglomerados de comunicação submissos ao governo, como STB, Record e outras mídias evangélicas. 

Aroeira diz que está nervoso, mas ao mesmo tempo emocionado com as demonstrações de apoio. Um abaixo-assinado em defesa da liberdade de expressão e em solidariedade ao chargista já conta com mais de setenta mil assinaturas. 

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