Até Merval reconhece que Serraglio chega para estancar a sangria

"Mais uma vez a Operação Lava-Jato torna-se central nas definições políticas do Palácio do Planalto. A escolha do deputado Osmar Serraglio para o Ministério da Justiça representa ou não uma tentativa de estancar a investigação? Se olharmos o relacionamento de Serraglio com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, para quem até mesmo pediu uma anistia pelo seu papel no impeachment da ex-presidente Dilma, é possível dizer que sim", escreve Merval Pereira em sua coluna nesta sexta-feira

"Mais uma vez a Operação Lava-Jato torna-se central nas definições políticas do Palácio do Planalto. A escolha do deputado Osmar Serraglio para o Ministério da Justiça representa ou não uma tentativa de estancar a investigação? Se olharmos o relacionamento de Serraglio com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, para quem até mesmo pediu uma anistia pelo seu papel no impeachment da ex-presidente Dilma, é possível dizer que sim", escreve Merval Pereira em sua coluna nesta sexta-feira
"Mais uma vez a Operação Lava-Jato torna-se central nas definições políticas do Palácio do Planalto. A escolha do deputado Osmar Serraglio para o Ministério da Justiça representa ou não uma tentativa de estancar a investigação? Se olharmos o relacionamento de Serraglio com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, para quem até mesmo pediu uma anistia pelo seu papel no impeachment da ex-presidente Dilma, é possível dizer que sim", escreve Merval Pereira em sua coluna nesta sexta-feira (Foto: Giuliana Miranda)

247 - "Mais uma vez a Operação Lava-Jato torna-se central nas definições políticas do Palácio do Planalto. A escolha do deputado Osmar Serraglio para o Ministério da Justiça representa ou não uma tentativa de estancar a investigação? Se olharmos o relacionamento de Serraglio com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, para quem até mesmo pediu uma anistia pelo seu papel no impeachment da ex-presidente Dilma, é possível dizer que sim", escreve Merval Pereira em sua coluna nesta sexta-feira.

"Serraglio foi um dos defensores do projeto de lei contra abuso de autoridade com que Cunha queria intimidar os juízes e procuradores da Lava-Jato.

(...)

Um bom sinal sobre a capacidade de influência de Eduardo Cunha, que muitos veem como o verdadeiro motivo da nomeação de Serraglio, será a análise que o plenário do STF fará sobre mais um pedido de liberdade. A Segunda Turma já recusou, e um habeas corpus deve chegar ao Supremo em breve.

A tese de impedir a soltura de Cunha com base nas perguntas que fez ao presidente Temer, renovadas agora em outro inquérito, fortalece-se no STF. Seria uma maneira de tentar interferir nas investigações, chantageando seus antigos companheiros do PMDB."

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