Beatriz Bratcher: é uma desumanidade votar em Bolsonaro

"Meu filho está bem seguro de que, se o Bolsonaro ganhar, ele vai sair do Brasil. Ele é casado com a Júlia Murat, que é filha da Lucia Murat, que foi torturada", diz a escritora Beatriz Bratcher ao site Tutaméia; apoiadora histórica do PSDB, ela diz que está lutando pela democracia neste momento e que votar em Bolsonaro é uma desumanidade

Beatriz Bratcher: é uma desumanidade votar em Bolsonaro
Beatriz Bratcher: é uma desumanidade votar em Bolsonaro

247"Meu filho está bem seguro de que, se o Bolsonaro ganhar, ele vai sair do Brasil. Ele é casado com a Júlia Murat, que é filha da Lucia Murat, que foi torturada", diz a escritora Beatriz Bratcher ao site Tutaméia. Apoiadora histórica do PSDB, ela diz que está lutando pela democracia neste momento e que votar em Bolsonaro é uma desumanidade. 

A reportagem destaca mais alguns trechos da entrevista concedida pela escritora: "eu tenho um irmão, o caçula, que é arquiteto, e que também tem quatro filhos... São sempre os que têm filhos pequenos. Acho que não querem que os filhos sejam educados em um país em que um homem chama a mulher de vagabunda em público. Nem em privado deve chamar, mas em público potencializa a ofensa e a falta de vergonha de quem faz isso. Esse meu irmão que tem quatro filhos pequenos também está pensando em sair, se o Bolsonaro ganhar".

Ela acrescenta: "quando eles falaram isso para o meu pai, ele ficou muito triste. A gente tem um ramo da família que veio do Líbano, um ramo que veio da Suíça e um ramo bem do Brasil, e ele falou: "Não, tem de ficar aqui e tem de lutar por um Brasil melhor. Não pode sair."

A matéria relata que "Beatriz Bracher está lutando. Apoiadora do PSDB e se definindo como de centro no espectro político, ela vem participando de movimento para denunciar a candidatura de Bolsonaro e apoiar, em defesa do Brasil e da democracia, a candidatura de Fernando Haddad".

E sublinha mais um trecho da entrevista: "quando alguém homenageia uma pessoa que fez mulheres se sentarem nuas, numa cadeira,. Amarradas, com fios elétricos na vagina e no ânus. Quando essa mulher estava desfigurada, suja, levam o filho dela, de seis anos, para ver, eu não entendo...".

 

 

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