Bolsonaro quebra acordo com Bebianno e não posta vídeo

A veiculação de um vídeo em que Jair Bolsonaro elogia o ex-chefe de campanha e ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno, demitido nesta segunda-feira, 18, atendeu o acordo costurado para tentar acalmar os ânimos; no entanto, até o início da madrugada desta terça-feira, 19, a mensagem não havia sido publicada nas redes sociais do presidente, o que deixou o ex-ministro 'irritadiço'

Bolsonaro quebra acordo com Bebianno e não posta vídeo
Bolsonaro quebra acordo com Bebianno e não posta vídeo (Foto: Marcelo Casal Júnior / Agência Brasil)

247 - A veiculação de um vídeo em que Jair Bolsonaro elogia o ex-chefe de campanha e ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno, demitido nesta segunda-feira, 18, atendeu o acordo costurado para tentar acalmar os ânimos. No entanto, até o início da madrugada desta terça-feira, 19, a mensagem não havia sido publicada nas redes sociais do presidente, o que deixou o ex-ministro 'irritadiço'. 

A reportagem d jornal O Estado de S. Paulo destaca que "o combinado seria Bolsonaro postá-lo em suas redes sociais, agradecendo a 'dedicação e o comprometimento do senhor Bebianno'. Foi uma estratégia acertada na última hora, para evitar que o ex-auxiliar saísse "atirando". O vídeo, porém, foi distribuído à imprensa e a aliados do presidente por meio do WhatsApp. Para Bebianno, a divulgação no Twitter de Bolsonaro, que reúne 3,3 milhões de seguidores, era uma 'questão de honra', segundo este interlocutor. Foi pelo mesmo Twitter que o então chefe da Secretaria-Geral da Presidência foi chamado de "mentiroso" por Carlos Bolsonaro, filho do presidente. A acusação foi endossada pelo próprio pai, que compartilhou a postagem de Carlos mais tarde."

Segundo a matéria, "no vídeo divulgado a aliados, Bolsonaro usou um tom apaziguador, de trégua, para se referir ao ex-auxiliar, a quem chamou de 'senhor Gustavo Bebianno'. 'Comunico que desde a semana passada diferentes pontos de vista sobre questões relevantes trouxeram a necessidade de uma reavaliação', afirmou o presidente, sem especificar as divergências. 'Avalio que pode ter havido incompreensões e questões mal entendidas de parte a parte, não sendo adequado prejulgamentos de qualquer natureza', completou ele, ao desejar a Bebianno 'sucesso em sua nova jornada'. Antes, o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse que a exoneração do ministro ocorrera por 'razões de foro íntimo'."

 

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