Bolsonaro segue Temer e quebra política de mídia técnica na Secom

O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou a quebra da política de mídia técnica, que vigia no governo da presidente Dilma Rousseff e previa a distribuição de recursos de publicidade oficial de acordo com a audiência de cada veículo. Agora, só terão acesso aos recursos os veículos de comunicação amigos – ou seja, os que bajularem Bolsonaro. A decisão, que fere princípios republicanos, agora atinge a Folha e segue a linha já adotada por Michel Temer, que fez o mesmo em relação aos veículos de internet que o criticaram

Bolsonaro segue Temer e quebra política de mídia técnica na Secom
Bolsonaro segue Temer e quebra política de mídia técnica na Secom

247 – O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou a quebra da política de mídia técnica, que vigia no governo da presidente Dilma Rousseff e previa a distribuição de recursos de publicidade oficial de acordo com a audiência de cada veículo. Agora, só terão acesso aos recursos os veículos de comunicação amigos – ou seja, os que bajularem Bolsonaro. A decisão, que fere princípios republicanos, agora atinge a Folha e segue a linha já adotada por Michel Temer, que fez o mesmo em relação aos veículos de internet que o criticaram.

Abaixo, reportagem da Reuters:

(Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira ser a favor da liberdade de imprensa, mas voltou a atacar o jornal Folha de S.Paulo por reportagens contrárias a ele e disse que veículos que mentirem não terão propaganda oficial do governo.

"Sou totalmente favorável à liberdade de imprensa, temos a questão da propaganda oficial do governo, que é uma outra coisa", disse Bolsonaro em entrevista à TV Globo.

"Não quero que ela (Folha) acabe, mas, no que depender de mim, da propaganda oficial do governo, imprensa que se comportar mentindo descaradamente, não terá apoio do governo federal", acrescentou.

Bolsonaro citou especificamente como mentira reportagem da Folha que revelou que empresários simpatizantes do então candidato do PSL estariam pagando milhões de reais pelo envio em massa de mensagens contra a campanha do adversário petista, Fernando Haddad.

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