Boulos a Villa: as besteiras que você fala estão previstas na democracia

O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos - que também tem formação de psicanalista – deu uma entrevista a Marco Antonio Villa e conferiu algum significado à postura folclórica do jornalista-historiador; Boulos disse que a democracia inclui lidar com aquele tipo de ‘besteira’

O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos - que também tem formação de psicanalista – deu uma entrevista a Marco Antonio Villa e conferiu algum significado à postura folclórica do jornalista-historiador; Boulos disse que a democracia inclui lidar com aquele tipo de ‘besteira’
O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos - que também tem formação de psicanalista – deu uma entrevista a Marco Antonio Villa e conferiu algum significado à postura folclórica do jornalista-historiador; Boulos disse que a democracia inclui lidar com aquele tipo de ‘besteira’ (Foto: Gustavo Conde)
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247 – O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos - que também tem formação de psicanalista – deu uma entrevista a Marco Antonio Villa e conferiu algum significado à postura folclórica do jornalista-historiador. Boulos disse que a democracia inclui lidar com aquele tipo de ‘besteira’.

Do jornal GGN: “em uma sabatina tensa na rádio Jovem Pan, o presidenciável do PSOL Guilherme Boulos defendeu o controle social dos meios de comunicação e a democratização da mídia. Respondendo diretamente ao comentarista Marco Antonio Villa - que atacou inúmeras vezes o pré-candidato por causa de sua militância no MTST - Boulos disse que a liberdade de imprensa é importante "até para que você [Villa] possa aqui acusar pessoas, atacar sem consistência, sem provas e ofender. Mesmo você falando todas as besteiras que fala, [ter liberdade] é bom para a democracia brasileira", disparou. 

Em revide, Villa disse que ataca "sistematicamente" Boulos porque acha "seus atos criminosos. Eles rompem com a lei." O comentarista defendeu, durante toda a sabatina, que movimentos sociais que vão às ruas em protestos por mais direitos, ou que fazem "invasões" em prédios privados, são "bardeneiros" e "criminosos". O historiador, ao lado de Vera Magalhães, tentou criminalizar movimentos de moradia e responsabilizar o MTST pelas dezenas de mortes em decorrência do recente desabamento de um prédio ocupado em São Paulo.”


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