Caixão de Temer ficou pesado demais, diz colunista da Folha

"A degradação extra da imagem do presidente faz com que seu caixão seja ainda mais difícil de carregar até as urnas, em particular para o MDB", diz o colunista Vinícius Torres Freire

Presidente Michel Temer durante caminhada no Palácio do Jaburu, em Brasília 04/01/2018 REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente Michel Temer durante caminhada no Palácio do Jaburu, em Brasília 04/01/2018 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Leonardo Attuch, attuch)
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Trecho da coluna de Vinícius Torres Freire –  Ninguém dava crédito à candidatura de Temer, mas a prisão do resto dos homens do presidente mexe um tanto mais esse coquetel de imundícies e indignidades que é a eleição de 2018.

A degradação extra da imagem do presidente faz com que seu caixão seja ainda mais difícil de carregar até as urnas, em particular para o MDB. Os parlamentares do partido das gangues de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, Geddel etc. precisam se eleger para um foro especial, como tantos outros, verdade, mas têm o problema adicional de se dissociar de Temer na campanha, seja o presidente candidato ou não.

Já era difícil, deve ficar mais. Há rumor de novas prisões. Documentos escandalosos vão voar por aí. Há o risco de os presos novatos delatarem.

Leia aqui a íntegra.

 

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