Cantanhêde: Janot não foi preciso nem justo ao jogar suspeitas sobre STF

Colunista afirma que o áudio de quatro horas dos delatores da JBS contém apenas uma "uma revelação realmente gravíssima", para usar a definição de Rodrigo Janot: "o papel duplo do ainda procurador Marcelo Miller, que era, simultaneamente, parte da equipe de Janot e do time de Joesley"; "Nos bastidores do Supremo, concluiu-se que Janot não quis "afundar sozinho", ao descobrir o quanto ele e a PGR haviam sido manipulados por Joesley e Saud", diz Eliane Cantanhêde

Colunista afirma que o áudio de quatro horas dos delatores da JBS contém apenas uma "uma revelação realmente gravíssima", para usar a definição de Rodrigo Janot: "o papel duplo do ainda procurador Marcelo Miller, que era, simultaneamente, parte da equipe de Janot e do time de Joesley"; "Nos bastidores do Supremo, concluiu-se que Janot não quis "afundar sozinho", ao descobrir o quanto ele e a PGR haviam sido manipulados por Joesley e Saud", diz Eliane Cantanhêde
Colunista afirma que o áudio de quatro horas dos delatores da JBS contém apenas uma "uma revelação realmente gravíssima", para usar a definição de Rodrigo Janot: "o papel duplo do ainda procurador Marcelo Miller, que era, simultaneamente, parte da equipe de Janot e do time de Joesley"; "Nos bastidores do Supremo, concluiu-se que Janot não quis "afundar sozinho", ao descobrir o quanto ele e a PGR haviam sido manipulados por Joesley e Saud", diz Eliane Cantanhêde (Foto: Gisele Federicce)

247 - A jornalista Eliane Cantanhêde destaca em sua coluna nesta quarta-feira 6 que o áudio de quatro horas dos delatores da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud contém apenas uma "uma revelação realmente gravíssima", para usar a definição de Rodrigo Janot: "o papel duplo do ainda procurador Marcelo Miller, que era, simultaneamente, parte da equipe de Janot e do time de Joesley".

"O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não foi preciso nem justo ao jogar suspeitas sobre ministros do Supremo nesta segunda-feira, 4, a 13 dias de deixar o cargo", afirma a colunista. Ela lembra que "as falas são grosseiras e criminosas", mas não incriminam os ministros citados.

Na avaliação da jornalista, a mensagem de Cármen Lúcia também foi um ataque - elegante, mas ataque - a Janot. "Nos bastidores do Supremo, concluiu-se que Janot não quis "afundar sozinho", ao descobrir o quanto ele e a PGR haviam sido manipulados por Joesley e Saud", diz.

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