Caso Prevent Senior "faz refletir sobre médicos e monstros", escreve Cristina Serra

Em artigo na Folha de S.Paulo, a jornalista afirma que as denúncias sobre a operadora de saúde são estarrecedoras

(Foto: Prevent Senior/Divulgação)
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247 - "São estarrecedoras, mas não exatamente surpreendentes, as denúncias envolvendo a operadora de planos de saúde Prevent Senior", escreve a jornalista Cristina Serra na Folha de S.Paulo.  

De acordo com a jornalista, "tudo isso é grave, criminoso e cruel, mas se encaixa na lógica do modelo de negócio dos planos de saúde". "Para capturar incautos, prometem mundos e fundos. Na prática, dificultam o acesso aos serviços, sobretudo se o paciente precisar de uma internação, um dos itens mais caros do setor".

Com o surgimento da pandemia, "o tal modelo de negócio implode porque, de uma hora para outra, milhares de clientes precisam dos leitos mais caros, em UTIs, e por muito tempo". 

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"No caso da Prevent Senior, voltada ao público idoso, o mais afetado nos primeiros meses da pandemia, não é difícil imaginar o estrago na margem de lucro". É o que explica que a empresa tenha empurrado "cloroquina goela abaixo dos pacientes".  

"Esse caso nos faz refletir sobre médicos e monstros e nos mostra que saúde não pode ser tratada como negócio. A alternativa nós já temos. É preciso fortalecer e aumentar o investimento no Sistema Único de Saúde", conclui.

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Leia também a coluna de Leonardo Attuch 

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