Colunista da Folha defende médicos que pregaram a morte de Marisa Letícia

"Dependendo da interpretação, comentários desairosos podem configurar violação ao Código de Ética Médica, mas essa é uma hermenêutica muito draconiana. Prefiro considerar que os dispositivos do código só se aplicam a médicos no exercício da profissão, não nas 24 horas do dia", diz o jornalista Helio Schwartsman, da Folha; caso provocou a demissão de dois profissionais: a médica do Sírio que vazou dados dos exames e o médico da Unimed que sugeriu técnica para matar a ex-primeira-dama

"Dependendo da interpretação, comentários desairosos podem configurar violação ao Código de Ética Médica, mas essa é uma hermenêutica muito draconiana. Prefiro considerar que os dispositivos do código só se aplicam a médicos no exercício da profissão, não nas 24 horas do dia", diz o jornalista Helio Schwartsman, da Folha; caso provocou a demissão de dois profissionais: a médica do Sírio que vazou dados dos exames e o médico da Unimed que sugeriu técnica para matar a ex-primeira-dama
"Dependendo da interpretação, comentários desairosos podem configurar violação ao Código de Ética Médica, mas essa é uma hermenêutica muito draconiana. Prefiro considerar que os dispositivos do código só se aplicam a médicos no exercício da profissão, não nas 24 horas do dia", diz o jornalista Helio Schwartsman, da Folha; caso provocou a demissão de dois profissionais: a médica do Sírio que vazou dados dos exames e o médico da Unimed que sugeriu técnica para matar a ex-primeira-dama (Foto: Leonardo Attuch)

247 – O colunista Hélio Schwartsman, da Folha, decidiu causar nova polêmica neste sábado. Segundo ele, foram exageradas as reações contra os médicos que desejaram a morte da ex-primeira-dama Marisa Letícia.

"Dependendo da interpretação, comentários desairosos podem configurar violação ao Código de Ética Médica, mas essa é uma hermenêutica muito draconiana. Prefiro considerar que os dispositivos do código só se aplicam a médicos no exercício da profissão, não nas 24 horas do dia", afirmou, no artigo Rede de intrigas.

"Para manter a saúde mental, seres humanos têm necessidade de uma esfera de intimidade na qual possam deixar seus superegos de lado e dizer qualquer gênero de besteira sem temer consequências. Até há pouco, não era difícil encontrar um ambiente desses num papo com amigos. O caráter efêmero das palavras faladas, que desaparecem depois de pronunciadas, assegurava a semiconfidencialidade. Com o advento das redes sociais, em que aquilo que foi dito dura para sempre, a conversa com amigos deixou de ser um espaço de intimidade", conclui.

O caso provocou a demissão de dois profissionais: a médica do Sírio que vazou dados dos exames e o médico da Unimed que sugeriu técnica para matar a ex-primeira-dama.

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