Com dívidas de R$ 1,6 bi, família Civita analisa propostas de venda da Abril

A Editora Abril em recuperação judicial desde agosto, avalia, juntamente com os bancos credores a vendas das ações e das divisões bancárias da empresa pertencentes a família Civita, controladora do grupo empresarial; dívidas do grupo somam cerca de R$ 1,6 bilhão, sendo R$ 1,1 bilhão junto a instituições financeiras e o restante em dívidas trabalhistas e fiscais; no início de dezembro, o grupo Abril lançou uma proposta de pagar apenas 8% do débito ao longo de 18 anos, o que revoltou os credores trabalhistas e as instituições financeiras

Com dívidas de R$ 1,6 bi, família Civita analisa propostas de venda da Abril
Com dívidas de R$ 1,6 bi, família Civita analisa propostas de venda da Abril

247 - A Editora Abril em recuperação judicial desde agosto, avalia, juntamente com os bancos credores a vendas das ações e das divisões bancárias da empresa pertencentes a família Civita, controladora do grupo empresarial. A expectativa é que um acordo seja fechado ainda este ano. As dívidas do grupo somam cerca de R$ 1,6 bilhão, sendo R$ 1,1 bilhão junto a instituições financeiras e o restante em dívidas trabalhistas e fiscais.

De acordo com o jornal Valor Econômico, as negociações envolvem o advogado e dono da sociedade de investimentos Legion Holdings,Fábio Carvalho, e a empresa de recuperação de créditos do banco BTG Pactual, a Enforce. Os outros interessados integram um grupo assessorado pela Tauá Investimentos e pela Guilder Capital, pertencente ao ex-vice-presidente do Santander João Consiglio.

Nas propostas analisadas, a Enforce compararia as dívidas do grupo Abril e ficaria com as ações da família Civita após assumir as dívidas fiscais e trabalhistas. Já na segunda proposta,, feita pela Tauá e pela Guilder, além da comprar da dívida, os interessados também fariam uma proposta para adquirir as ações.

No início de dezembro, o grupo Abril lançou uma proposta de pagar apenas 8% do débito ao longo de 18 anos. A iniciativa do desconto de 92% revoltou os credores trabalhistas e as instituições financeiras e é considerada de difícil aceitação.

 

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