Com greve, analistas de mercado veem esfacelamento político no governo

 Analistas de mercado ficaram surpresos com a incapacidade do governo em lidar com a greve dos caminhoneiros, informa a jornalista Daniela Lima em sua coluna Painel no jornal Folha de S. Paulo; segundo a jornalista, eles afirmam que o episódio revelou o esfacelamento político e arrastou a Petrobrás para perto do cadafalso

moreira temer padilha
moreira temer padilha (Foto: Gustavo Conde)

247 – Analistas de mercado ficaram surpresos com a incapacidade do governo em lidar com a greve dos caminhoneiros, informa a jornalista Daniela Lima em sua coluna Painel no jornal Folha de S. Paulo. Segundo a jornalista, eles afirmam que o episódio revelou o esfacelamento político e arrastou a Petrobrás para perto do cadafalso.

As reações do governo e do Congresso ao levante dos caminhoneiros surpreenderam analistas do mercado, que viram alguns de seus principais interlocutores se mostrarem incapazes de administrar a crise. O Planalto, avaliam, evidenciou seu esfacelamento político e arrastou a Petrobras para perto do cadafalso. Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) virou meme em grupos de investidores após subestimar em R$ 8 bilhões o impacto do projeto que tirou da cartola em aceno a grevistas.

O  erro de Maia na votação de texto que zeraria alíquotas do Pis/Cofins foi alvo de críticas até de correligionários. Entre investidores, o democrata, que por meses percorreu bancos e corretoras pregando austeridade e agenda liberal, foi chamado de “vereador federal”, numa menção ao seu apequenamento. Sem garantia de que a greve será encerrada, o governo vai centrar forças em alardear os termos do acordo para desmobilizar o maior número possível de manifestantes —e especialmente as transportadoras. 

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