Conta no Twitter usada pelo “cérebro” do gabinete do ódio é revelada por dossiê

O esquema montado pelo gabinete do ódio começa a ser desmantelado pela publicação de dossiês e pelo possível avanço da CPMI das fake news. Reportagem do site DCM mostra quem são os elementos por trás da maior indústria de ódio e mentira já construída no país

(Foto: Reprodução/TV Globo)
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247 - O gabinete do ódio começa a ser desconstruído pela trabalho investigativo de jornalistas. Um dossiê foi levado à reportagem do site DCM e nomes começam a aparecer na estrutura de mentiras propagada de dentro do governo federal.

A reportagem é assinada pelo jornalista Pedro Zambarda: “no dia 3 de maio de 2020, o Diário do Centro do Mundo recebeu por quatro diferentes fontes anônimas cópia de um documento de 115 páginas. Outra cópia foi encaminhado à CPMI das Fake News. O material traça a relação entre milicianos digitais e os filhos de Jair Bolsonaro, o que provaria o envolvimento direto destes com o chamado “gabinete do ódio”.

Um dos anexos, já publicado pelo DCM, exibe três fotografias de integrantes desse esquema com Eduardo Bolsonaro e o registro de um podcast com Carlos Bolsonaro. Fora isso, há detalhes sobre os veículos de comunicação que publicam fake news e as formas de financiamento dos milicianos.

Os integrantes do suposto esquema tentaram desqualificar a parte do material que já se tornou público, mas de uma forma que chamou atenção. No Twitter, Eduardo, o filho 03 do presidente, escreveu o seguinte:

“Dos mesmos produtores de GPS ideológico da Fôia [Folha de S.Paulo], black list do Estadão e blogueiros de crachá + competentes que Felipe Moura Brasil [reportagem da revista Crusoé], vem aí: a teia do Gabinete do Ódio. Quando olhei pela primeira vez, achei que fosse meme. Como um ser leva isso a sério? E o cara que fez isso, tão mongolão, esqueceu vários nomes”.

Leia a íntegra da reportagem aqui, no site DCM. 

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