Conti: Discurso da austeridade é infantilizador e caipira

"Mal rompe a manhã e os tenores da gerontocracia brasiliense gorjeiam a guarânia que o Brasil é uma família, deve gastar só o que ganhou", destaca o jornalista, ao lembrar do discurso dos parlamentares ao defender a PEC 241, proposta pelo governo de Michel Temer; "Como o país não é apê nas Perdizes, a sua economia não tem nada a ver com a da padoca na esquina, e os brasileiros não são a Fat Family, o discurso da austeridade é infantilizador e caipira", afirma Mario Sergio Conti

"Mal rompe a manhã e os tenores da gerontocracia brasiliense gorjeiam a guarânia que o Brasil é uma família, deve gastar só o que ganhou", destaca o jornalista, ao lembrar do discurso dos parlamentares ao defender a PEC 241, proposta pelo governo de Michel Temer; "Como o país não é apê nas Perdizes, a sua economia não tem nada a ver com a da padoca na esquina, e os brasileiros não são a Fat Family, o discurso da austeridade é infantilizador e caipira", afirma Mario Sergio Conti
"Mal rompe a manhã e os tenores da gerontocracia brasiliense gorjeiam a guarânia que o Brasil é uma família, deve gastar só o que ganhou", destaca o jornalista, ao lembrar do discurso dos parlamentares ao defender a PEC 241, proposta pelo governo de Michel Temer; "Como o país não é apê nas Perdizes, a sua economia não tem nada a ver com a da padoca na esquina, e os brasileiros não são a Fat Family, o discurso da austeridade é infantilizador e caipira", afirma Mario Sergio Conti (Foto: Gisele Federicce)

247 - "Mal rompe a manhã e os tenores da gerontocracia brasiliense gorjeiam a guarânia que o Brasil é uma família, deve gastar só o que ganhou", destaca o jornalista Mario Sergio Conti, em sua coluna na Folha de S. Paulo nesta terça-feira 18.

Ele faz referência aos discursos dos parlamentares na Câmara dos Deputados ao defender a PEC 241, proposta pelo governo de Michel Temer, aprovada em primeiro turno. "A charanga do eixo Leblon-Faria Lima repica então que é preciso pôr a casa em ordem. Apertemos o cinto, entoam todos, tenebrosos, todo santo dia", prossegue Conti.

"Como o país não é apê nas Perdizes, a sua economia não tem nada a ver com a da padoca na esquina, e os brasileiros não são a Fat Family, o discurso da austeridade é infantilizador e caipira. O deficit fiscal virou boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta", escreve o jornalista.

Leia aqui sua coluna.

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