Conti: querer ligar Dilma à corrupção é injustiça extravagante

Colunista Mario Sergio Conti ressalta a “honradez pessoal” de Dilma Rousseff e critica os que tentam associá-la à escândalos: ‘Querer ligá-la à corrupção é, pois, injustiça extravagante. No entanto, lá está ele, Eduardo Cunha, o Sinistro, à frente da horda que quer expulsá-la do Planalto. O cretinismo parlamentar, expressão três vezes repetida em "O 18 do Brumário", contaminou a nação’

Colunista Mario Sergio Conti ressalta a “honradez pessoal” de Dilma Rousseff e critica os que tentam associá-la à escândalos: ‘Querer ligá-la à corrupção é, pois, injustiça extravagante. No entanto, lá está ele, Eduardo Cunha, o Sinistro, à frente da horda que quer expulsá-la do Planalto. O cretinismo parlamentar, expressão três vezes repetida em "O 18 do Brumário", contaminou a nação’
Colunista Mario Sergio Conti ressalta a “honradez pessoal” de Dilma Rousseff e critica os que tentam associá-la à escândalos: ‘Querer ligá-la à corrupção é, pois, injustiça extravagante. No entanto, lá está ele, Eduardo Cunha, o Sinistro, à frente da horda que quer expulsá-la do Planalto. O cretinismo parlamentar, expressão três vezes repetida em "O 18 do Brumário", contaminou a nação’ (Foto: Roberta Namour)

247 – O colunista Mario Sergio Conti ressalta a “honradez pessoal” de Dilma Rousseff e critica os que tentam associá-la à escândalos: ‘Mesmo os seus inimigos mais truculentos, os tomados pela intolerância fanática, lhe concedem a honradez pessoal. Essa honestidade fundamental, presidente, não é adereço de fim de currículo. É o cerne da sua maneira de ser e ver a vida’, diz.

‘Querer ligá-la à corrupção é, pois, injustiça extravagante. No entanto, lá está ele, Eduardo Cunha, o Sinistro, à frente da horda que quer expulsá-la do Planalto. O cretinismo parlamentar, expressão três vezes repetida em "O 18 do Brumário", contaminou a nação’, conclui.

Segundo ele, a presidente não deve se calar: ‘Calar, neste momento em que a enxovalham, é não estar à altura do fim, qualquer que seja ele. Nada está decidido, mas se o fim funesto sobrevier, os 54 milhões que a elegeram terão ao menos o seu canto do cisne. A elegia da derrota também ensina’ (leia aqui).

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