Costa Pinto crava que Rodrigo Maia assumirá a presidência

Jornalista Luis Costa Pinto não tem dúvidas: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), assumirá a Presidência da República no lugar de Michel Temer; "Começa a se desenhar 1 ponto de convergência no horizonte nacional: Rodrigo Maia. É para o perfil do presidente da Câmara, por motivos distintos, que começam a apontar as setas e as esperanças de quem opera os poderes econômico, jurídico e político do país quando o assunto é a sucessão presidencial", diz

Jornalista Luis Costa Pinto não tem dúvidas: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), assumirá a Presidência da República no lugar de Michel Temer; "Começa a se desenhar 1 ponto de convergência no horizonte nacional: Rodrigo Maia. É para o perfil do presidente da Câmara, por motivos distintos, que começam a apontar as setas e as esperanças de quem opera os poderes econômico, jurídico e político do país quando o assunto é a sucessão presidencial", diz
Jornalista Luis Costa Pinto não tem dúvidas: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), assumirá a Presidência da República no lugar de Michel Temer; "Começa a se desenhar 1 ponto de convergência no horizonte nacional: Rodrigo Maia. É para o perfil do presidente da Câmara, por motivos distintos, que começam a apontar as setas e as esperanças de quem opera os poderes econômico, jurídico e político do país quando o assunto é a sucessão presidencial", diz (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Luis Costa Pinto não tem dúvidas: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), assumirá a Presidência da República no lugar de Michel Temer. 

"Começa a se desenhar 1 ponto de convergência no horizonte nacional: Rodrigo Maia. É para o perfil do presidente da Câmara, por motivos distintos, que começam a apontar as setas e as esperanças de quem opera os poderes econômico, jurídico e político do país quando o assunto é a sucessão presidencial", diz. 

Segundo Costa Pinto, há um conjunto de regras básicas seguida por Rodrigo Maia para se credenciar ao cargo. "Lealdade à palavra empenhada, irrestrito respeito ao direito de manifestação das minorias parlamentares, cumprimento fiel de uma agenda reformista e invejável capacidade de dizer "não" olhando no olho dos interlocutores e explicando os porquês de suas negativas", afirma. 

"A 'saída Maia' é a mais evidente e plausível até aqui, em Brasília. Pode não se concretizar, claro. A cena política abriga incertezas absolutas e surpreendentes. Mas, vingando, Maia será a prova da assertiva do escritor Tommaso di Lampedusa em O Leopardo: tudo deve mudar, para que nada mude", afirma. 

Leia na íntegra a análise no Poder 360. 

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