Crescem comparações de Trump com o nazismo

O advogado Mike Godwin cravou uma tese a respeito da interlocução política que ficou conhecida como ‘Lei de Godwin’: se uma discussão se prolonga, a comparação do oponente com o nazismo é algo muito provável; para Godwin, no entanto, e possível fazer paralelos de Trump com o regime genocida; a discussão se impõe com o crescimento das comparações com Hitler que o presidente americano vem recebendo

Crescem comparações de Trump com o nazismo
Crescem comparações de Trump com o nazismo (Foto: REUTERS/Reinhard Krause)

247 – O advogado Mike Godwin cravou uma tese a respeito da interlocução política que ficou conhecida como ‘Lei de Godwin’: se uma discussão se prolonga, a comparação do oponente com o nazismo é algo muito provável. Para Godwin, no entanto, e possível fazer paralelos de Trump com o regime genocida, tanto mais ele se aproxima sem receio de práticas abusivas como a detenção de crianças imigrantes em centros de detenção. A discussão se impõe com o crescimento evidente das comparações com Hitler que Donald Trump vem recebendo.

Leia trechos das respostas de Godwin à reportagem do jornal Folha de S. Paulo:

“A lei de Godwin nunca ofereceu nem foi desenhada para oferecer um padrão que proíba comparações ao nazismo ou a Hitler. Algumas pessoas interpretam a lei como se ela proibisse totalmente essas comparações. Outra má interpretação é a de que a conversa acabou quando alguém menciona essa comparação. Mas na verdade eu criei a lei para motivar as pessoas a, se estiverem de fato comparando alguém a Hitler ou a nazistas, terem consciência da gravidade dessas comparações.

(...)

O Facebook virou alvo porque é a maior plataforma de mídia social e a de maior sucesso. Alguns governos e especialistas argumentam que o sucesso financeiro do Facebook significa que ele tem um dever de controlar o conteúdo na plataforma. Mas, de alguma forma, isso equivale a dizer que as companhias telefônicas têm que censurar ligações. Mais apropriadamente, se uma plataforma está sendo mal usada, devemos focar em reformas legais para pôr fim aos abusadores e a quem faz mau uso dela, e não em punir a plataforma em si.”

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