Críticas a Bolsonaro dominaram repercussão nas redes do caso do falso "relatório paralelo" do TCU

O relatório com questionamentos sobre o número de mortes por Covid-19 em 2020, citado por Jair Bolsonaro na segunda-feira, teve alcance significativo nas redes sociais após ser impulsionado por parlamentares bolsonaristas e apoiadores do governo

(Foto: Agência Brasil | Divulgação)
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247 - O relatório com questionamentos sobre o número de mortes por Covid-19 em 2020, citado por Jair Bolsonaro na segunda-feira, teve alcance significativo nas redes sociais após ser impulsionado por parlamentares bolsonaristas e apoiadores do governo. O Tribunal de Contas da União (TCU) desmentiu o mandatário e negou que tenha emitido o documento. A reportagem é do jornal O Globo. 

A consultoria Arquimedes, especializada em análises sobre as plataformas digitais, identificou mais de 37 mil menções aos dados falsos feitas pela base bolsonarista no Twitter entre a última segunda-feira e ontem. O número representa 35% do debate na rede sobre o tema, enquanto os perfis que atuaram para desmentir o presidente somaram 65% das menções, ainda segundo a Arquimedes.

Um levantamento feito pela reportagem também aponta que apenas dez parlamentares apoiadores do presidente geraram mais de 1,3 milhão de visualizações de vídeo e 259,5 mil interações em publicações que disseminaram a afirmação de que o relatório era do TCU. Os dados incluem postagens no Facebook, Instagram e Twitter. Um dos destaques foi o próprio perfil do tribunal no Twitter.

Bolsonaro reconheceu na última terça-feira que havia errado ao atribuir a informação ao tribunal, mas insistiu, sem apresentar provas, na afirmação de que há sobrenotificação de mortes causadas pela Covid-19.

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