Dallagnol compara Lula com Cunha e Temer e toma toco de Nassif

"Cunha dizia que as contas no exterior não estavam no nome dele. Lula diz que o triplex não está no nome dele. Temer diz que não há provas...", tuitou o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, numa comparação absurda; "E o fundo onde você diz depositar os cachês de palestras não está em seu nome", lembrou o jornalista Luis Nassif, calando o procurador

"Cunha dizia que as contas no exterior não estavam no nome dele. Lula diz que o triplex não está no nome dele. Temer diz que não há provas...", tuitou o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, numa comparação absurda; "E o fundo onde você diz depositar os cachês de palestras não está em seu nome", lembrou o jornalista Luis Nassif, calando o procurador
"Cunha dizia que as contas no exterior não estavam no nome dele. Lula diz que o triplex não está no nome dele. Temer diz que não há provas...", tuitou o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, numa comparação absurda; "E o fundo onde você diz depositar os cachês de palestras não está em seu nome", lembrou o jornalista Luis Nassif, calando o procurador (Foto: Gisele Federicce)

Por Renato Rovai, da Revista Fórum - O jornalista e blogueiro Luis Nassif deixou o coordenador da Força Tarefa da Lava Jato, Daltan Dallagnol, do seu verdadeiro tamanho num curto debate no Twitter.

O Procurador tentou fazer graça num post comparando o tal triplex no Guarujá, visitado uma única vez ainda em obras pelo ex-presidente, a uma conta trust no exterior, administrada por Eduardo Cunha e com os recursos da qual ele viajou com a família, comprou joias, pagou caríssimas aulas de tênis e usufruiu de estadias nos melhores hotéis do mundo.

 

Dallagnol também tentou fazer graça comparando essa única visita ao triplex com as gravações límpidas da conversa entre Joesley e Temer, onde fica claro, no mínimo, que o presidente ilegítimo prevaricou ao não denunciar as armações ilegais do empresário.

O raciocínio de Dallagnol, de tão primário, não resistiu a uma única frase de Nassif, comparando tudo isso ao fato de que os fundos onde o procurador também diz depositar os recursos que recebe em palestras também não estariam em nome dele.

Como a conversa era sobre patrimônio imobiliário, Nassif ainda poderia ter perguntado sobre os apartamentos do Minha Casa Minha Vida, comprados por Dallagnol para investir. Ou seja, para fazer grana com vantagens de um projeto social que tem por objetivo ajudar os mais pobres.

Mas nem precisou fazer isso. Porque Dallagnol calou. Não tem estatura para debates, só para dar sermões aos desavisados.

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