DCM aborda “violência e paixão: o apelo homoerótico do culto a Bolsonaro”

"Bolsonaro gosta de ficar entre esses machos e os machos gostam de ficar com Bolsonaro", diz o jornalista Kiko Nogueira, no DCM; "Bolsonaro exerce um intenso apelo homoerótico sobre seu eleitorado. É o fascínio homossexual do fascismo, disfarçado sob a homofobia"

DCM aborda “violência e paixão: o apelo homoerótico do culto a Bolsonaro”
DCM aborda “violência e paixão: o apelo homoerótico do culto a Bolsonaro” (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

247 - "Algumas coisas chamam a atenção na legião de seguidores de Jair Bolsonaro. A primeira, óbvia, é o fanatismo. Bolsomito, como eles chamam, é incorruptível, infalível, inteligente, a encarnação do Profeta", diz o jornalista Kiko Nogueira, no Diario do Centro do Mundo. "A segunda é a truculência. Eles gostam de porrada, de testosterona, eles atropelam o que vêem pela frente, especialmente se as vítimas forem mais fracas. A terceira, e esta é a mais interessante, é que são todos homens. Não propriamente homens — meninos. Há raríssimas fãs do sexo feminino", afirma.

Segundo o jornalista, "os rapazes idolatram o jeito de ele falar, a boca torta num esgar que fica mais estranho quando está nervoso, o jeito de ele andar, o jeito de ele ser". "Bolsonaro gosta de ficar entre esses machos e os machos gostam de ficar com Bolsonaro", continua. "Bolsonaro exerce um intenso apelo homoerótico sobre seu eleitorado. É o fascínio homossexual do fascismo, disfarçado sob a homofobia".

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