DCM aponta “edição envenenada” de entrevista de Venina

Jornalista Paulo Nogueira critica inclusão da presidente Dilma e do ex-presidente Lula na entrevista e aponta que a emissora dos irmãos Marinho, que recebe "600 milhões por ano em dinheiro público, via propaganda eleitoral", se "cala quando a corrupção é amiga" e rotula "como corruptos regimes que não garantem a manutenção de mamatas e privilégios a um pequeno grupo"

Jornalista Paulo Nogueira critica inclusão da presidente Dilma e do ex-presidente Lula na entrevista e aponta que a emissora dos irmãos Marinho, que recebe "600 milhões por ano em dinheiro público, via propaganda eleitoral", se "cala quando a corrupção é amiga" e rotula "como corruptos regimes que não garantem a manutenção de mamatas e privilégios a um pequeno grupo"
Jornalista Paulo Nogueira critica inclusão da presidente Dilma e do ex-presidente Lula na entrevista e aponta que a emissora dos irmãos Marinho, que recebe "600 milhões por ano em dinheiro público, via propaganda eleitoral", se "cala quando a corrupção é amiga" e rotula "como corruptos regimes que não garantem a manutenção de mamatas e privilégios a um pequeno grupo" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A Globo fez uma "edição envenenada" da entrevista de Venina Velosa da Fonseca, ex-gerente da Petrobras, ao Fantástico, aponta Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo. "O veneno não estava em Venina. Ela está contando sua história, e cabe averiguar. A maldade estava na maneira como Venina foi usada", diz ele.

O jornalista lembra o momento em que a presidente Dilma é citada – pela Globo. "Numa tentativa de desmoralizá-la, a Globo diz que Dilma afirmou que não existe uma 'crise de corrupção'. No meio de uma entrevista que trata exatamente de corrupção, a frase de Dilma parece o triunfo do cinismo", aponta Nogueira. Ele ressalta que "Lula não poderia também escapar da edição da entrevista".

"A Globo faz assim, tradicionalmente: cala quando a corrupção é amiga", afirma o diretor do DCM. Na ditadura, quando a empresa virou um gigante, corrupção não existia, numa troca macabra de favores. Sob Sarney e FHC, amigos e aliados, também não. Para a Globo, sequer a compra de votos da reeleição de FHC foi notícia (...). Que cobertura a Globo deu ao aeroporto de Cláudio?", questiona.

Paulo Nogueira, por fim, revolta-se: "600 milhões por ano em dinheiro público, via propaganda federal, para a Globo fazer este tipo de jornalismo". Leia aqui a íntegra de seu texto.

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