DCM: Como Cunha passou de golpista a ‘libertador’ na avaliação de Reale Jr.

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM), avalia que o advogado Miguel Reale Jr., um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, é hoje "um símbolo da insanidade golpista que caracteriza o Brasil destes dias turvos"; nesta sexta-feira, Reale Jr. defendeu o impeachment na Câmara, e chamou os parlamentares de "libertadores"; Paulo Nogueira pondera, contudo, que "este mesmo Reale, tão logo Cunha aceitou o pedido de impeachment contra Dilma, afirmou que se tratava de uma chantagem explícita"

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM), avalia que o advogado Miguel Reale Jr., um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, é hoje "um símbolo da insanidade golpista que caracteriza o Brasil destes dias turvos"; nesta sexta-feira, Reale Jr. defendeu o impeachment na Câmara, e chamou os parlamentares de "libertadores"; Paulo Nogueira pondera, contudo, que "este mesmo Reale, tão logo Cunha aceitou o pedido de impeachment contra Dilma, afirmou que se tratava de uma chantagem explícita"
Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM), avalia que o advogado Miguel Reale Jr., um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, é hoje "um símbolo da insanidade golpista que caracteriza o Brasil destes dias turvos"; nesta sexta-feira, Reale Jr. defendeu o impeachment na Câmara, e chamou os parlamentares de "libertadores"; Paulo Nogueira pondera, contudo, que "este mesmo Reale, tão logo Cunha aceitou o pedido de impeachment contra Dilma, afirmou que se tratava de uma chantagem explícita" (Foto: Romulo Faro)

247 - Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM), avalia que o advogado Miguel Reale Jr., um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, é hoje "um símbolo da insanidade golpista que caracteriza o Brasil destes dias turvos".

Nesta sexta-feira (15), o jurista defendeu o impeachment na Câmara, e chamou os parlamentares de "libertadores". Paulo Nogueira pondera, contudo, que "este mesmo Reale, tão logo Cunha aceitou o pedido de impeachment contra Dilma, afirmou que se tratava de uma chantagem explícita". 

O jornalista afirma ainda que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "recorreu ao impeachment para libertar a si mesmo das devastadoras acusações de corrupção". "Querem, com o golpe, libertar-se de pagar os preços de sua roubalheira. Caso Dilma seja derrubada, estará garantida a sua impunidade. Continuarão a fazer o que sempre fizeram", diz Nogueira.

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