DCM: Como um delegado evangélico mandou prender inocente “por causa de revelação de Deus”

"Um caso trágico ocorrido em Novo Hamburgo, SC, ilustra à perfeição o estrago que o fundamentalismo evangélico faz no Brasil, muito além da bancada da Bíblia. O delegado Moacir Fermino, da Polícia Civil, que investigava a morte de duas crianças esquartejadas, afirmou que havia solucionado o crime por causa de uma 'revelação de Deus'", escreve o jornalista Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

"Um caso trágico ocorrido em Novo Hamburgo, SC, ilustra à perfeição o estrago que o fundamentalismo evangélico faz no Brasil, muito além da bancada da Bíblia. O delegado Moacir Fermino, da Polícia Civil, que investigava a morte de duas crianças esquartejadas, afirmou que havia solucionado o crime por causa de uma 'revelação de Deus'", escreve o jornalista Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo
"Um caso trágico ocorrido em Novo Hamburgo, SC, ilustra à perfeição o estrago que o fundamentalismo evangélico faz no Brasil, muito além da bancada da Bíblia. O delegado Moacir Fermino, da Polícia Civil, que investigava a morte de duas crianças esquartejadas, afirmou que havia solucionado o crime por causa de uma 'revelação de Deus'", escreve o jornalista Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Um caso trágico ocorrido em Novo Hamburgo, SC, ilustra à perfeição o estrago que o fundamentalismo evangélico faz no Brasil, muito além da bancada da Bíblia. O delegado Moacir Fermino, da Polícia Civil, que investigava a morte de duas crianças esquartejadas, afirmou que havia solucionado o crime por causa de uma 'revelação de Deus'", escreve o jornalista Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo.

"Em entrevista à Rádio Gaúcha, contou que profetas teriam indicado os caminhos para a investigação, apontando quem ele deveria ouvir. Não por acaso, mandou prender o líder de um templo de umbanda, Silvio Rodrigues. Rodrigues foi libertado na semana passada, após mais de 40 dias preso sem provas", acrescenta o blogueiro.

Segundo Nogueira, "na Delegacia de Homicídios de Novo Hamburgo, Sílvio lembra que viveu os sete dias mais difíceis de seus 44 anos". "A falta de higiene da cela onde estava e as poucas informações que recebia, fazia com que ele sentisse como se estivesse entrando em surto psicológico".

Leia a íntegra no Diário do Centro do Mundo

 

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