DCM destaca “a ausência gritante do Judiciário na lista de Fachin”

"A Odebrecht operou esse tempo todo sem desembolsar um tostão por, digamos, uma sentença favorável? Difícil", suspeita o jornalista Kiko Nogueira, que lembra de uma declaração da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon: "Delação da Odebrecht sem pegar o Judiciário não é delação. É impossível levar a sério essa delação caso não mencione um magistrado sequer"

"A Odebrecht operou esse tempo todo sem desembolsar um tostão por, digamos, uma sentença favorável? Difícil", suspeita o jornalista Kiko Nogueira, que lembra de uma declaração da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon: "Delação da Odebrecht sem pegar o Judiciário não é delação. É impossível levar a sério essa delação caso não mencione um magistrado sequer"
"A Odebrecht operou esse tempo todo sem desembolsar um tostão por, digamos, uma sentença favorável? Difícil", suspeita o jornalista Kiko Nogueira, que lembra de uma declaração da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon: "Delação da Odebrecht sem pegar o Judiciário não é delação. É impossível levar a sério essa delação caso não mencione um magistrado sequer" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, destaca “a ausência gritante do Judiciário na lista de Fachin”, divulgada nesta terça-feira 11 com 108 nomes de investigados, sendo nove ministros, três governadores, 24 senadores e 37 deputados federais.

"A Odebrecht operou esse tempo todo sem desembolsar um tostão por, digamos, uma sentença favorável? Difícil", suspeita o jornalista. Mais cedo, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) havia feito a mesma pergunta em sua conta no Twitter.

Kiko Nogueira lembra de uma declaração da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon: "Delação da Odebrecht sem pegar o Judiciário não é delação. É impossível levar a sério essa delação caso não mencione um magistrado sequer".

"A bem vinda guerra contra a corrupção fica manca dessa maneira. Por que nada foi perguntado aos executivos sobre isso?", questiona o editor do DCM.

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