DCM: governo nega R$ 2 ao trabalhador e gastará R$ 10 bi para cooptar deputado

Jornalista Joaquim de Carvalho lembra, no Diário do Centro do Mundo, que "a pesquisa do IBGE que mede o custo de vida (INPC) constatou que no ano passado as coisas ficaram mais caras do que o reajuste do salário mínimo decretado pelo governo federal — 2,07% contra 1,81%"; "Para o governo, o reajuste minúsculo era necessário para economia de R$ 3,4 bilhões ao longo do ano. Na prática, se o índice de inflação fosse usado para a correção do mínimo, o trabalhador teria R$ 2 a mais no fim do mês", diz; segundo o blogueiro, o "governo que nega uma nota de R$ 2 reais ao trabalhador é o mesmo que autoriza o ministro da articulação política a liberar R$ 10 bilhões para obras"

Jornalista Joaquim de Carvalho lembra, no Diário do Centro do Mundo, que "a pesquisa do IBGE que mede o custo de vida (INPC) constatou que no ano passado as coisas ficaram mais caras do que o reajuste do salário mínimo decretado pelo governo federal — 2,07% contra 1,81%"; "Para o governo, o reajuste minúsculo era necessário para economia de R$ 3,4 bilhões ao longo do ano. Na prática, se o índice de inflação fosse usado para a correção do mínimo, o trabalhador teria R$ 2 a mais no fim do mês", diz; segundo o blogueiro, o "governo que nega uma nota de R$ 2 reais ao trabalhador é o mesmo que autoriza o ministro da articulação política a liberar R$ 10 bilhões para obras"
Jornalista Joaquim de Carvalho lembra, no Diário do Centro do Mundo, que "a pesquisa do IBGE que mede o custo de vida (INPC) constatou que no ano passado as coisas ficaram mais caras do que o reajuste do salário mínimo decretado pelo governo federal — 2,07% contra 1,81%"; "Para o governo, o reajuste minúsculo era necessário para economia de R$ 3,4 bilhões ao longo do ano. Na prática, se o índice de inflação fosse usado para a correção do mínimo, o trabalhador teria R$ 2 a mais no fim do mês", diz; segundo o blogueiro, o "governo que nega uma nota de R$ 2 reais ao trabalhador é o mesmo que autoriza o ministro da articulação política a liberar R$ 10 bilhões para obras" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Jornalista Joaquim de Carvalho lembra que "a pesquisa do IBGE que mede o custo de vida (INPC) constatou que no ano passado as coisas ficaram mais caras do que o reajuste do salário mínimo decretado pelo governo federal — 2,07% contra 1,81%".

"Ao decretar o reajuste, o governo não tinha ainda o índice de inflação, divulgado hoje, mas já sinalizava que sabia da sua insignificância. Para o governo, o reajuste minúsculo era necessário para economia de R$ 3,4 bilhões ao longo do ano. Na prática, se o índice de inflação fosse usado para a correção do mínimo, o trabalhador teria R$ 2 a mais no fim do mês", continua o jornalista.

"É quase nada e, ao mesmo tempo, é um corte escandaloso. Escandaloso quando se verifica que o governo que nega uma nota de dois reais ao trabalhador é o mesmo que autoriza o ministro da articulação política a liberar 10 bilhões para obras", acrescenta.

Segundo Carvalho, "não são obras estratégicas para o crescimento do País". "São obras em redutos de deputados que votarem a favor da reforma da Previdência. Na linguagem da política, obras de campanha", diz. "O governo vai gastar três vezes mais para cooptar deputados que aceitarem participar de outro golpe contra a população – endurecer as regras da aposentadoria.

"Será que ninguém percebe que o Brasil está sob ataque? Do impeachment à condenação de Lula, da Lava Jato ao acordo de indenização bilionária a ser paga pela Petrobras nos Estados Unidos. Da desmoralização das grandes empresas de engenharia brasileiras à operação da polícia contra a indústria da carne. Da privatização dos ativos públicos à negociação para a venda da Embraer ou o aluguel da Base de Alcântara".

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