DCM: instituições brasileiras são uma desgraça

Paulo Nogueira, do DCM, critica o ministro Dias Toffoli, que afirmou em entrevista que falar em golpe é ofender as instituições; “É impossível respeitar o STF de Toffoli depois de ele não fazer nada em relação a Eduardo Cunha meses depois de haver recebido de Janot um pedido de afastamento por variados crimes de corrupção. O STF deixou um gângster como Cunha comandar e manipular, com completa tranquilidade, o processo de impeachment presidencial na Câmara”

Paulo Nogueira, do DCM, critica o ministro Dias Toffoli, que afirmou em entrevista que falar em golpe é ofender as instituições; “É impossível respeitar o STF de Toffoli depois de ele não fazer nada em relação a Eduardo Cunha meses depois de haver recebido de Janot um pedido de afastamento por variados crimes de corrupção. O STF deixou um gângster como Cunha comandar e manipular, com completa tranquilidade, o processo de impeachment presidencial na Câmara”
Paulo Nogueira, do DCM, critica o ministro Dias Toffoli, que afirmou em entrevista que falar em golpe é ofender as instituições; “É impossível respeitar o STF de Toffoli depois de ele não fazer nada em relação a Eduardo Cunha meses depois de haver recebido de Janot um pedido de afastamento por variados crimes de corrupção. O STF deixou um gângster como Cunha comandar e manipular, com completa tranquilidade, o processo de impeachment presidencial na Câmara” (Foto: Roberta Namour)
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247 – O jornalista Paulo Nogueira, do DCM, critica o ministro Dias Toffoli, que afirmou em entrevista que falar em golpe é ofender as instituições:

“É impossível respeitar o STF de Toffoli depois de ele não fazer nada em relação a Eduardo Cunha meses depois de haver recebido de Janot um pedido de afastamento por variados crimes de corrupção. O STF deixou um gângster como Cunha comandar e manipular, com completa tranquilidade, o processo de impeachment presidencial na Câmara”, diz.

Ele afirma ainda que a “Câmara que temos, esta de Eduardo Cunha e comparsas, deve ser vaiada por toda a eternidade.”

E questiona: ‘que instituição deve ser tratada com deferência? A imprensa “livre”? Ora, é uma imprensa atrelada ao que há de mais atrasado na sociedade brasileira. O diagnóstico definitivo dela veio de um grande jornalista americano que vive no Brasil, Glenn Greenwald. Greenwald, ao entrevistar Lula, se disse “chocado” com a parcialidade da imprensa brasileira. Ela não faz jornalismo, mas propaganda em defesa da plutocracia’ (leia aqui).

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