DCM: O depoimento de Emílio Odebrecht foi uma brutal decepção para quem esperava uma bomba contra o PT

Presidente do Conselho de Administração da Odebrecht, que depôs nesta segunda-feira 13 na condição de testemunha de defesa de seu filho, Marcelo Odebrecht, Emílio "disse tudo que não querem ouvir os interessados na tese de que o PT inventou a corrupção", diz o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, lembrando que o caixa 2 "é uma coisa que existe desde tempos imemoriais", como disse o executivo

Presidente do Conselho de Administração da Odebrecht, que depôs nesta segunda-feira 13 na condição de testemunha de defesa de seu filho, Marcelo Odebrecht, Emílio "disse tudo que não querem ouvir os interessados na tese de que o PT inventou a corrupção", diz o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, lembrando que o caixa 2 "é uma coisa que existe desde tempos imemoriais", como disse o executivo
Presidente do Conselho de Administração da Odebrecht, que depôs nesta segunda-feira 13 na condição de testemunha de defesa de seu filho, Marcelo Odebrecht, Emílio "disse tudo que não querem ouvir os interessados na tese de que o PT inventou a corrupção", diz o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, lembrando que o caixa 2 "é uma coisa que existe desde tempos imemoriais", como disse o executivo (Foto: Gisele Federicce)

247 - O depoimento de Emílio Odebrecht concedido ao juiz Sergio Moro nesta segunda-feira 13 "foi uma brutal decepção para quem esperava uma bomba contra o PT", escreve o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo.

Presidente do Conselho de Administração da Odebrecht, que depôs na condição de testemunha de defesa de seu filho, Marcelo Odebrecht, Emílio "disse tudo que não querem ouvir os interessados na tese de que o PT inventou a corrupção", lembra Nogueira, sobre a afirmação de que o caixa 2 "é uma coisa que existe desde tempos imemoriais", segundo o executivo.

"A direita esperava uma bomba contra o PT, Lula, Dilma e Palocci. Não veio a bomba. Apenas a explanação cândida de um velho e rodado empresário sobre a vida como ela é. Nela os financiamentos de grandes corporações, contabilizados ou por fora, não são seletivos como os vazamentos da Lava Jato", completa o editor do DCM.

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