DCM: ‘O governo Temer é um morto que caminha’

"Cabe às ruas fazer o morto se recolher ao cemitério", completa o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "Cadê o povo nas ruas pedindo a saída de Temer?", questiona ele, para quem "o Carnaval trouxe esperança de que as ruas enxotariam Temer. Que aquela esperança não se transforme em ilusão ou, pior, desilusão"

"Cabe às ruas fazer o morto se recolher ao cemitério", completa o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "Cadê o povo nas ruas pedindo a saída de Temer?", questiona ele, para quem "o Carnaval trouxe esperança de que as ruas enxotariam Temer. Que aquela esperança não se transforme em ilusão ou, pior, desilusão"
"Cabe às ruas fazer o morto se recolher ao cemitério", completa o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "Cadê o povo nas ruas pedindo a saída de Temer?", questiona ele, para quem "o Carnaval trouxe esperança de que as ruas enxotariam Temer. Que aquela esperança não se transforme em ilusão ou, pior, desilusão" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – "O governo Temer é um morto que caminha. Cabe às ruas fazer o morto se recolher ao cemitério", afirma o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo. "Cadê o povo nas ruas pedindo a saída de Temer?", questiona ele.

Para Nogueira, "o Carnaval trouxe esperança de que as ruas enxotariam Temer. Que aquela esperança não se transforme em ilusão ou, pior, desilusão". "As redes sociais, é verdade, continuam em efervescência nas manifestações contra o governo. Mas é preciso mais que isso. O protesto virtual é muito, mas sem as ruas vira quase nada", diz ainda.

"Com a bunda na cadeira não se derruba um presidente, ainda que ele esteja quase caindo sozinho", cobra Paulo Nogueira. Segundo ele, a rua "é a receita vital, insubstituível para o Brasil se livrar de uma das mais tenebrosas ações de sua plutocracia ao longo de toda a história: a invenção de Temer como presidente — o decorativo, incapaz, traiçoeiro Temer".

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