DCM: sessão do golpe foi feira no hospício, comandada por um psicopata

Para o jornalista Paulo Nogueira, do DCM, uma coisa que não estava absolutamente nos planos dos golpistas acabou se tornando a mais letal propaganda contra o golpe: a sessão da Câmara que aprovou o impeachment; “parecia uma festa no hospício, comandada por um psicopata”, diz; ele ressalta que até a imprensa internacional está, nestes dias, fazendo piada dos motivos invocados na Câmara para o sim

Para o jornalista Paulo Nogueira, do DCM, uma coisa que não estava absolutamente nos planos dos golpistas acabou se tornando a mais letal propaganda contra o golpe: a sessão da Câmara que aprovou o impeachment; “parecia uma festa no hospício, comandada por um psicopata”, diz; ele ressalta que até a imprensa internacional está, nestes dias, fazendo piada dos motivos invocados na Câmara para o sim
Para o jornalista Paulo Nogueira, do DCM, uma coisa que não estava absolutamente nos planos dos golpistas acabou se tornando a mais letal propaganda contra o golpe: a sessão da Câmara que aprovou o impeachment; “parecia uma festa no hospício, comandada por um psicopata”, diz; ele ressalta que até a imprensa internacional está, nestes dias, fazendo piada dos motivos invocados na Câmara para o sim (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o jornalista Paulo Nogueira, do DCM, uma coisa que não estava absolutamente nos planos dos golpistas acabou se tornando a mais letal propaganda contra o golpe: a sessão da Câmara que aprovou o impeachment.

“Parecia uma festa no hospício, comandada por um psicopata”, diz. Ele ressalta que até a imprensa internacional está, nestes dias, fazendo piada dos motivos invocados na Câmara para o sim.

“Pela família quadrangular, pela minha mãe Lucimar, pela minha neta, por remotas cidades Brasil afora, por Deus, por Deus, por Deus. Isso sem contar Bolsonaro, que votou por um torturador de quem se diz que chegou a colocar ratos em vaginas de presas políticas”, destaca.

Segundo ele, a sessão da Câmara haverá de ser um fator importante, talvez decisivo, nos próximos passos do processo de impeachment. “A mobilização pela democracia crescerá. Já está desfeita a falácia propagada pelas empresas de jornalismo de que o impeachment é uma unanimidade nacional”, conclui (leia aqui).

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