DCM: Waack perdeu a chance de mostrar que aprendeu algo com o próprio erro

"O artigo de William Waack publicado hoje pela Folha de S. Paulo não foi, propriamente, uma defesa. Foi um ataque. Demitido da Globo, rejeitado pelo SBT, ele transfere a responsabilidade pelo seu infortúnio à militância na internet", escreve o jornalista Joaquim de Carvalho, no Diario do Centro do Mundo; "William já progrediu ao admitir que fez a piada racista, mas está longe de um gesto da auto-crítica", diz; "William perdeu contato com a realidade do povo brasileiro e, para um jornalista, isso é mortal"

"O artigo de William Waack publicado hoje pela Folha de S. Paulo não foi, propriamente, uma defesa. Foi um ataque. Demitido da Globo, rejeitado pelo SBT, ele transfere a responsabilidade pelo seu infortúnio à militância na internet", escreve o jornalista Joaquim de Carvalho, no Diario do Centro do Mundo; "William já progrediu ao admitir que fez a piada racista, mas está longe de um gesto da auto-crítica", diz; "William perdeu contato com a realidade do povo brasileiro e, para um jornalista, isso é mortal"
"O artigo de William Waack publicado hoje pela Folha de S. Paulo não foi, propriamente, uma defesa. Foi um ataque. Demitido da Globo, rejeitado pelo SBT, ele transfere a responsabilidade pelo seu infortúnio à militância na internet", escreve o jornalista Joaquim de Carvalho, no Diario do Centro do Mundo; "William já progrediu ao admitir que fez a piada racista, mas está longe de um gesto da auto-crítica", diz; "William perdeu contato com a realidade do povo brasileiro e, para um jornalista, isso é mortal" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "O artigo de William Waack publicado hoje pela Folha de S. Paulo não foi, propriamente, uma defesa. Foi um ataque. Demitido da Globo, rejeitado pelo SBT, ele transfere a responsabilidade pelo seu infortúnio à militância na internet", escreve o jornalista Joaquim de Carvalho, no Diario do Centro do Mundo.

O blogueiro lembrou um trecho do texto de Waack: "'O episódio que me envolve é a expressão de um fenômeno mais abrangente. Em todo o mundo, na era da revolução digital, as empresas da chamada ‘mídia tradicional’ são permanentemente desafiadas por grupos organizados no interior das redes sociais'".

"William não deu nomes, mas pode estar falando dos sites independentes, como o DCM, que tem se contraposto à velha mídia, com artigos e coberturas que partem de pontos de vista muito diferentes, às vezes opostos", continua Joaquim de Carvalho.

Segundo Carvalho, "William já progrediu ao admitir que fez a piada racista, mas está longe de um gesto da auto-crítica. Faço essa análise com tristeza, porque trabalhei com William Waack na revista Veja". "William perdeu contato com a realidade do povo brasileiro e, para um jornalista, isso é mortal. Vai demorar para aterrisar", complementa.

"William exibe suas credenciais — viveu fora do Brasil como correspondente internacional — para dizer que os “canalhas do linchamento” querem tirar uma característica do povo brasileiro, a irreverência". "Será que ele acha que foi engraçado com seu comentário racista?".

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