De que lado você está? De Cunha ou da democracia?

Jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, resumiu a encruzilhada do Brasil nos dias atuais; "Quem se associar à tentativa de golpe de Cunha será comparsa num crime de lesa pátria. E todos os congressistas sabem disso (...). O Brasil está diante da seguinte encruzilhada: de um lado, Eduardo Cunha. De outro, a democracia"

Jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, resumiu a encruzilhada do Brasil nos dias atuais; "Quem se associar à tentativa de golpe de Cunha será comparsa num crime de lesa pátria. E todos os congressistas sabem disso (...). O Brasil está diante da seguinte encruzilhada: de um lado, Eduardo Cunha. De outro, a democracia"
Jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, resumiu a encruzilhada do Brasil nos dias atuais; "Quem se associar à tentativa de golpe de Cunha será comparsa num crime de lesa pátria. E todos os congressistas sabem disso (...). O Brasil está diante da seguinte encruzilhada: de um lado, Eduardo Cunha. De outro, a democracia" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, resumiu a encruzilhada do Brasil nos dias atuais, após a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de iniciar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. "O Brasil está diante da seguinte encruzilhada: de um lado, Eduardo Cunha. De outro, a democracia", afirma.

"Quem se associar à tentativa de golpe de Cunha será comparsa num crime de lesa pátria. E todos os congressistas sabem disso", pontua Nogueira. "A motivação dele é a mais baixa, a mais sórdida possível. Ele está consumando uma chantagem suja, uma vingança abjeta", critica.

Nogueira sugere, ainda, que Cunha tenha sido mantido no cargo até hoje, diante de tantas denúncias de corrupção contra ele, propositalmente para que agisse contra a presidente. "Mais de dois meses se passaram desde as revelações dos suíços, e Cunha permaneceu intocado. Era como manter uma metralhadora nas mãos de um lunático. Fica a suspeita de que, se não lhe subtraíram a arma, era para que ele a usasse contra Dilma".

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