Delação de Funaro é oportunidade para debater validade jurídica do impeachment de Dilma

"A delação do doleiro Lúcio Bolonha Funaro deveria motivar o debate sério sobre a validade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Um debate estritamente jurídico, não político, para anular a votação que abriu caminho para a cassação de Dilma", escreve Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo; ele reflete sobre o fato de Lúcio Funaro ter contado em delação premiada que entregou a dinheiro ao ex-deputado Eduardo Cunha para comprar votos de deputados às vésperas do impeachment da votação da abertura do impeachment

"A delação do doleiro Lúcio Bolonha Funaro deveria motivar o debate sério sobre a validade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Um debate estritamente jurídico, não político, para anular a votação que abriu caminho para a cassação de Dilma", escreve Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo; ele reflete sobre o fato de Lúcio Funaro ter contado em delação premiada que entregou a dinheiro ao ex-deputado Eduardo Cunha para comprar votos de deputados às vésperas do impeachment da votação da abertura do impeachment
"A delação do doleiro Lúcio Bolonha Funaro deveria motivar o debate sério sobre a validade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Um debate estritamente jurídico, não político, para anular a votação que abriu caminho para a cassação de Dilma", escreve Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo; ele reflete sobre o fato de Lúcio Funaro ter contado em delação premiada que entregou a dinheiro ao ex-deputado Eduardo Cunha para comprar votos de deputados às vésperas do impeachment da votação da abertura do impeachment (Foto: Romulo Faro)

247 - "A delação do doleiro Lúcio Bolonha Funaro deveria motivar o debate sério sobre a validade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Um debate estritamente jurídico, não político, para anular a votação que abriu caminho para a cassação de Dilma", escreve Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo.

Ele reflete sobre o fato de Lúcio Funaro ter contado em delação premiada que entregou a dinheiro ao ex-deputado Eduardo Cunha (então presidente da Câmara) para comprar votos de deputados às vésperas do impeachment da votação da abertura do impeachment.

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