Deu no “NY Times”: Etchegoyen “entregou” chefe da CIA. PF, também

Reportagem do The New York Times faz uma gozação com o fato de o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Sérgio Etchegoyen, ter revelado, em sua agenda, que o chefe do posto de espionagem da CIA no Brasil é Duyane Norman; os correspondentes do jornal advertem: "Os oficiais de inteligência que gostariam de ser escalados para o Brasil tomem nota: um simples encontro com a hierarquia de espionagem daquele país pode tirar sua cobertura"

Reportagem do The New York Times faz uma gozação com o fato de o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Sérgio Etchegoyen, ter revelado, em sua agenda, que o chefe do posto de espionagem da CIA no Brasil é Duyane Norman; os correspondentes do jornal advertem: "Os oficiais de inteligência que gostariam de ser escalados para o Brasil tomem nota: um simples encontro com a hierarquia de espionagem daquele país pode tirar sua cobertura"
Reportagem do The New York Times faz uma gozação com o fato de o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Sérgio Etchegoyen, ter revelado, em sua agenda, que o chefe do posto de espionagem da CIA no Brasil é Duyane Norman; os correspondentes do jornal advertem: "Os oficiais de inteligência que gostariam de ser escalados para o Brasil tomem nota: um simples encontro com a hierarquia de espionagem daquele país pode tirar sua cobertura" (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Reportagem do The New York Times faz uma gozação com o fato de o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Sérgio Etchegoyen, ter revelado, em sua agenda, que o chefe do posto de espionagem da CIA no Brasil é Duyane Norman.

Os correspondentes do NYT, Simon Romero e Dom Phillips, advertem: “Os oficiais de inteligência que gostariam de ser escalados para o Brasil tomem nota: um simples encontro com a hierarquia de espionagem daquele país pode tirar sua cobertura.”

A preservação da identidade dos espiões norte-americanos é coisa tão séria que, lá, é proibida por lei. Tanto que o jornalista sequer menciona o nome – que a gente repete aqui, com prazer: Duyane Norman.

A desculpa do General Etchegoyen é de cabo-de-esquadra: a lei da transparência obriga a divulgar todas as reunião de autoridades.

Imaginem só a agenda de Michel Temer: 23h – reunião com aquele notório bandido do Joesley. Local: garagem do Palácio do Jaburu.

Mas Etchegoyen não ficou sozinho no episódio que viralizou  como sendo digno do “serviço secreto português”. Paulo Henrique Amorim mostra que o mesmo fez o sr. Leandro Daiello, diretor da Polícia Federal, que colocou na sua, além do chefe Duyane, também os especialista em assuntos navais Joseph Direnzo.

O mais engraçado, porém, é o título que dão a Etchegoyen: Top Spy.

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