Diante da Folha, jornalistas protestam contra demissões

Cerca de 30 jornalistas vestidos de preto se reuniram no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo e saíram em passeata até a sede do jornal Folha de São Paulo, nesta sexta (8); a manifestação faz parte de um ato nacional contra demissões, precarização das relações de trabalho e práticas antissindicais; só no primeiro trimestre de 2015, 191 jornalistas foram demitidos na Grande São Paulo

Cerca de 30 jornalistas vestidos de preto se reuniram no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo e saíram em passeata até a sede do jornal Folha de São Paulo, nesta sexta (8); a manifestação faz parte de um ato nacional contra demissões, precarização das relações de trabalho e práticas antissindicais; só no primeiro trimestre de 2015, 191 jornalistas foram demitidos na Grande São Paulo
Cerca de 30 jornalistas vestidos de preto se reuniram no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo e saíram em passeata até a sede do jornal Folha de São Paulo, nesta sexta (8); a manifestação faz parte de um ato nacional contra demissões, precarização das relações de trabalho e práticas antissindicais; só no primeiro trimestre de 2015, 191 jornalistas foram demitidos na Grande São Paulo (Foto: Valter Lima)
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Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

Cerca de 30 jornalistas vestidos de preto se reuniram no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo e saíram em passeata até a sede do jornal Folha de São Paulo, na tarde de hoje (8). A manifestação faz parte de um ato nacional contra demissões, precarização das relações de trabalho e práticas antissindicais. Só no primeiro trimestre de 2015, 191 jornalistas foram demitidos na Grande São Paulo, segundo o sindicato.

A reunião contou com a presença da diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e representantes dos sindicatos da categoria de outros estados, como Alagoas, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Há uma ação articulada de caracterização de uma crise no setor que não existe e de irresponsabilidade social quanto ao emprego dos jornalistas”, disse, em nota, o presidente da Fenaj, Celso Schröder. De acordo com ele, os balanços das empresas mostram que seu lucro é significativo.

“Precisamos reagir e lutar em defesa dos nossos direitos, por isso convocamos a categoria a assumir e participar desta mobilização”, completou.

Segundo sindicato de São Paulo, as demissões atingiram as redações do Estadão (cerca de 30 pessoas), da revista Veja (aproximadamente 30), da Folha de São Paulo (cerca de 20), e ainda no SBT, na Bandeirantes e na Jovem Pan.

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