Dilma: queremos reencontro, não vingança

Da Alemanha, na entrevista que concedeu à Deutsche Welle, a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, disse que o clima das eleições de 2018 não deve ser de vingança, mas de reencontro; "Uma hora nós vamos ter que nos reencontrar. Uma parte do Brasil se equivocou. Agora isso não significa perdão àqueles que planejaram e executaram o golpe. Você tem uma porção de pessoas que foram às ruas e que estavam completamente equivocadas. Mas você não vai chegar para elas e falar ‘nós vamos te perseguir’. Precisamos criar um clima de reencontro, entende? Não vai ser um clima vingativo, não pode ser isso", disse

Brasília - DF, 13/04/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista à imprensa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Brasília - DF, 13/04/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista à imprensa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Da Alemanha, na entrevista que concedeu à Deutsche Welle, a presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, disse que o clima das eleições de 2018 não deve ser de vingança, mas de reencontro.

"Uma hora nós vamos ter que nos reencontrar. Uma parte do Brasil se equivocou. Agora isso não significa perdão àqueles que planejaram e executaram o golpe. Você tem uma porção de pessoas que foram às ruas e que estavam completamente equivocadas. Mas você não vai chegar para elas e falar ‘nós vamos te perseguir’. Precisamos criar um clima de reencontro, entende? Não vai ser um clima vingativo, não pode ser isso", afirmou.

Ela também defendeu aliança com o PMDB - não em nível nacional, mas com pessoas como Roberto Requião, Kátia Abreu ou mesmo Renan Calheiros - e disse que é preciso "perdoar a pessoa que bateu panela achando que estava salvando o Brasil, e que depois se deu conta de que não estava".

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