Dora Kramer faz campanha por indiretas já

A colunista Dora Kramer, da revista Veja, publicou um artigo na edição mais recente da revista exaltando a realização de eleições indiretas; "De solução constitucional quando vice-presidente, Michel Temer na Presidência tornou-se agora um obstáculo à única opção razoável para a administração da crise instalada desde a revelação daquela conversa flagrantemente delituosa com um corruptor confesso: o afastamento do presidente e a realização de eleição indireta pelo Congresso no prazo de trinta dias, nos termos da Constituição. Não tem jeito. Qualquer outro caminho é enganoso ou doloroso", escreve

A colunista Dora Kramer, da revista Veja, publicou um artigo na edição mais recente da revista exaltando a realização de eleições indiretas; "De solução constitucional quando vice-presidente, Michel Temer na Presidência tornou-se agora um obstáculo à única opção razoável para a administração da crise instalada desde a revelação daquela conversa flagrantemente delituosa com um corruptor confesso: o afastamento do presidente e a realização de eleição indireta pelo Congresso no prazo de trinta dias, nos termos da Constituição. Não tem jeito. Qualquer outro caminho é enganoso ou doloroso", escreve
A colunista Dora Kramer, da revista Veja, publicou um artigo na edição mais recente da revista exaltando a realização de eleições indiretas; "De solução constitucional quando vice-presidente, Michel Temer na Presidência tornou-se agora um obstáculo à única opção razoável para a administração da crise instalada desde a revelação daquela conversa flagrantemente delituosa com um corruptor confesso: o afastamento do presidente e a realização de eleição indireta pelo Congresso no prazo de trinta dias, nos termos da Constituição. Não tem jeito. Qualquer outro caminho é enganoso ou doloroso", escreve (Foto: Giuliana Miranda)

247 - A colunista Dora Kramer, da revista Veja, publicou um artigo na edição mais recente da revista exaltando a realização de eleições indiretas. 

"De solução constitucional quando vice-presidente, Michel Temer na Presidência tornou-se agora um obstáculo à única opção razoável para a administração da crise instalada desde a revelação daquela conversa flagrantemente delituosa com um corruptor confesso: o afastamento do presidente e a realização de eleição indireta pelo Congresso no prazo de trinta dias, nos termos da Constituição. Não tem jeito. Qualquer outro caminho é enganoso ou doloroso", escreve.

Após destilar vários argumentos sobre a necessidade de escolher o sucessor de Temer por vi indireta, Dora deixa um recado: "O caro leitor e a prezada leitora sentiram a falta do tema diretas já? o momento requer dedicação aos fatos. Não é hora de se distrair com ficções." 

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