Duvivier destaca importância de rebater Malafaia

Humorista e escritor, Gregório Duvivier rebate no Facebook o argumento de que "não vale a pena falar de Feliciano, Malafaia e Bolsonaro porque é isso que eles querem: ibope"; o integrante do Porta dos Fundos diz concordar com a tese quando se trata de "articulistas que vivem da polêmica e da disseminação do ódio", mas lembra da influência desses interlocutores, uns dos políticos mais votados em seus estados; "Vale lembrar que Feliciano, Malafaia e Bolsonaro são de outra importância", comenta; "Aposto que muita gente achou que Hitler fosse um bufão a quem não se devia dar importância. Quem dera fosse eu o responsável por amplificar o ibope deles e quem dera eles quisessem só ibope", escreve Duvivier

Humorista e escritor, Gregório Duvivier rebate no Facebook o argumento de que "não vale a pena falar de Feliciano, Malafaia e Bolsonaro porque é isso que eles querem: ibope"; o integrante do Porta dos Fundos diz concordar com a tese quando se trata de "articulistas que vivem da polêmica e da disseminação do ódio", mas lembra da influência desses interlocutores, uns dos políticos mais votados em seus estados; "Vale lembrar que Feliciano, Malafaia e Bolsonaro são de outra importância", comenta; "Aposto que muita gente achou que Hitler fosse um bufão a quem não se devia dar importância. Quem dera fosse eu o responsável por amplificar o ibope deles e quem dera eles quisessem só ibope", escreve Duvivier
Humorista e escritor, Gregório Duvivier rebate no Facebook o argumento de que "não vale a pena falar de Feliciano, Malafaia e Bolsonaro porque é isso que eles querem: ibope"; o integrante do Porta dos Fundos diz concordar com a tese quando se trata de "articulistas que vivem da polêmica e da disseminação do ódio", mas lembra da influência desses interlocutores, uns dos políticos mais votados em seus estados; "Vale lembrar que Feliciano, Malafaia e Bolsonaro são de outra importância", comenta; "Aposto que muita gente achou que Hitler fosse um bufão a quem não se devia dar importância. Quem dera fosse eu o responsável por amplificar o ibope deles e quem dera eles quisessem só ibope", escreve Duvivier (Foto: Gisele Federicce)

247 - O humorista Gregório Duvivier, do Porta dos Fundos, publicou em sua página no Facebook um texto em que rebate o argumento, segundo ele manifestado por "gente bacana e inteligente", de que "não vale a pena falar de Feliciano, Malafaia e Bolsonaro porque é isso que eles querem: ibope". O escritor lembra da influência desses interlocutores, como uns dos políticos mais votados em seus estados, e destaca que eles têm "audiência de horário nobre". "Aposto que muita gente achou que Hitler fosse um bufão a quem não se devia dar importância. 'Ele só quer ibope'. Quem dera fosse eu o responsável por amplificar o ibope deles e quem dera eles quisessem só ibope", escreve Duvivier.

Leia abaixo a íntegra:

Existe um coro de gente bacana e inteligente dizendo que não vale a pena falar de Feliciano, Malafaia e Bolsonaro porque é isso que eles querem: ibope. (Bernardo Mello Franco, que costumo ler e gostar, disse isso em recente artigo na Folha). Concordo totalmente que não se deve ampliar a voz dos imbecis - por isso não retuito nem respondo os articulistas que vivem da polêmica e da disseminação do ódio. São macacos de auditório que não merecem nossa audiência. Respondê-los seria amplificá-los. No entanto, vale lembrar que Feliciano, Malafaia e Bolsonaro são de outra importância. Bolsonaro foi o deputado federal mais votado do Rio. Feliciano foi o terceiro mais votado de São Paulo. Malafaia tem quase um milhão de seguidores no twitter - a influência dele ficou bem clara nas eleições. Juntos, são eles que barram qualquer tentativa de se votar uma legislação mais progressista. Aposto que muita gente achou que Hitler fosse um bufão a quem não se devia dar importância. "Ele só quer ibope". Quem dera fosse eu o responsável por amplificar o ibope deles e quem dera eles quisessem só ibope. Eles já falam com muito mais gente que eu. Ao contrário dos colunistas-macacos-de-auditórios, nossa bancada militar-evangélica já tem audiência de horário nobre e quer muito mais do que isso. Querem poder - e estão conseguindo.

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