Eliane diz que sexta será dia de Lula, Renan e Serra

Jornalista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, disse nesta quinta-feira, 18, que o poder de fogo da JBS deve se estender aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além do ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e o senador José Serra (PSDB); "O resultado é considerado devastador e arrasta para o fundo do poço não apenas o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, pelas gravações liberadas à noite nesta quinta-feira, mas o próprio mundo político. Esta sexta-feira será mais um novo dia para nunca ser esquecido na história brasileira", diz Eliane

Jornalista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, disse nesta quinta-feira, 18, que o poder de fogo da JBS deve se estender aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além do ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e o senador José Serra (PSDB); "O resultado é considerado devastador e arrasta para o fundo do poço não apenas o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, pelas gravações liberadas à noite nesta quinta-feira, mas o próprio mundo político. Esta sexta-feira será mais um novo dia para nunca ser esquecido na história brasileira", diz Eliane
Jornalista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, disse nesta quinta-feira, 18, que o poder de fogo da JBS deve se estender aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além do ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e o senador José Serra (PSDB); "O resultado é considerado devastador e arrasta para o fundo do poço não apenas o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, pelas gravações liberadas à noite nesta quinta-feira, mas o próprio mundo político. Esta sexta-feira será mais um novo dia para nunca ser esquecido na história brasileira", diz Eliane (Foto: Aquiles Lins)

247 - Inconformada com a bomba atômica deflagrada contra Michel Temer, de que ele deu aval ao empresário Joesley Batista para comprar o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia, a jornalista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, disse nesta quinta-feira, 18, que o poder de fogo da JBS deve se estender aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além do ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e o senador José Serra (PSDB). 

"Quem teve informações sobre o material informa que os tentáculos do grupo JBS não ficam a dever nada aos da Odebrecht, mas com uma diferença: o dono e os executivos da empreiteira decidiram fazer delação premiada depois de presos, já com capacidade limitado de produzir novas provas tão contundentes. Já os irmãos Batista estão há meses gravando seus interlocutores e pautando os monitoramentos da Polícia Federal", diz Eliane. 

"O resultado é considerado devastador e arrasta para o fundo do poço não apenas o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, pelas gravações liberadas à noite nesta quinta-feira, mas o próprio mundo político. Esta sexta-feira será mais um novo dia para nunca ser esquecido na história brasileira", diz a colunista do Estadão. 

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