Eliane já costura alianças em torno do PSDB

A colunista Eliane Cantanhêde, abertamente ligada ao PSDB, já começa a costurar alianças em torno dos tucanos; "A eleição presidencial de 2018 começa a tomar corpo. Aliás, a ganhar caras, vozes, partidos e ideologias e está embicando para um acordão em torno do PSDB, que atrai o ascendente DEM, o paquiderme PMDB e parte do Centrão. O problema é definir quem será o candidato e, desta vez, as disputas internas são de vida ou morte – ou de ficar ou sair do partido", escreve

A colunista Eliane Cantanhêde, abertamente ligada ao PSDB, já começa a costurar alianças em torno dos tucanos; "A eleição presidencial de 2018 começa a tomar corpo. Aliás, a ganhar caras, vozes, partidos e ideologias e está embicando para um acordão em torno do PSDB, que atrai o ascendente DEM, o paquiderme PMDB e parte do Centrão. O problema é definir quem será o candidato e, desta vez, as disputas internas são de vida ou morte – ou de ficar ou sair do partido", escreve
A colunista Eliane Cantanhêde, abertamente ligada ao PSDB, já começa a costurar alianças em torno dos tucanos; "A eleição presidencial de 2018 começa a tomar corpo. Aliás, a ganhar caras, vozes, partidos e ideologias e está embicando para um acordão em torno do PSDB, que atrai o ascendente DEM, o paquiderme PMDB e parte do Centrão. O problema é definir quem será o candidato e, desta vez, as disputas internas são de vida ou morte – ou de ficar ou sair do partido", escreve (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Em sua coluna nesta terça, a jornalista Eliane Cantanhêde já começa a costurar apoios em torno do PSDB para as próximas eleições.

"A eleição presidencial de 2018 começa a tomar corpo. Aliás, a ganhar caras, vozes, partidos e ideologias e está embicando para um acordão em torno do PSDB, que atrai o ascendente DEM, o paquiderme PMDB e parte do Centrão. O problema é definir quem será o candidato e, desta vez, as disputas internas são de vida ou morte – ou de ficar ou sair do partido.

Mesmo muito feridos pela Lava Jato, os tucanos ainda têm ressonância, ou recall, em São Paulo, no Sul e no Centro-Oeste, pelo menos, mais do que seus parceiros tradicionais ou potenciais. E tem dois nomes fortes: Geraldo Alckmin e João Doria.

Alckmin pode se considerar “natural”, como governador do principal Estado e o único ex-candidato a sobreviver (até agora) depois das delações premiadas. Doria, por ter ousadia, estratégia, marketing e dinheiro para sair por aí fazendo campanha de norte a sul.

Antes de se tornar de fato candidato do PSDB, Doria precisa passar por cima do cadáver, ops!, das pretensões do seu padrinho Alckmin e dos próprios adversários tucanos de Alckmin em São Paulo e fora de São Paulo. Fernando Henrique, José Serra e Tasso Jereissati, por exemplo, têm fortes resistências ao prefeito.

Mas, seja Doria ou seja Alckmin, o nome do PSDB deve atrair o DEM, cujo discurso e os novos líderes apontam para o futuro, e o PMDB, que tem a Presidência da República, as maiores bancadas do Congresso e a maior ramificação nacional, mas não tem um único nome para disputar em 2018.

Aliás, o PMDB já não tem nomes há tempos e ora oferecia o vice aos tucanos (como Rita Camata para Serra), ora aos petistas (como Michel Temer para Dilma Rousseff). Em 2018, essa opção deixa de existir. O PMDB, definitivamente, não irá com o PT. Quem sobra? O PSDB. Quando Temer “abriu a porta” para Doria entrar no PMDB, também estava abrindo para o PMDB entrar na campanha de Doria."

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