Em ato falho, Bonner demite Moro e o chama de ex-ministro

O jornalista William Bonner chamou Sérgio Moro de "ex-ministro Sérgio Moro" nesta terça-feira, 11, durante o Jornal Nacional; âncora da Globo noticiava a decisão do Supremo Tribunal Federal que marcou para o dia 25 de junho o julgamento do recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a atuação parcial de Moro

Em ato falho, Bonner demite Moro e o chama de ex-ministro

247 - O jornalista William Bonner chamou Sérgio Moro de "ex-ministro Sérgio Moro" nesta terça-feira, 11, durante o Jornal Nacional. O âncora da Globo noticiava a decisão do Supremo Tribunal Federal que marcou para o dia 25 de junho o julgamento do recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a atuação parcial de Moro. 

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Leia também reportagem da agência Sputnik Brasil sobre o assunto:

STF vai julgar suspeição de Moro ainda este mês

Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou nesta terça-feira que a Segunda Turma da Corte deve julgar no dia 25 deste mês um habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pede a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no julgamento do caso do triplex no Guarujá (SP), informou Agência Brasil.

O habeas corpus (HB) foi apresentado no ano passado e começou a ser julgado em dezembro de 2018. Na ocasião, o relator ministro Edson Fachin e a ministra Cármen Lúcia votaram contra o pedido de suspeição, mas o julgamento foi suspenso após pedido de vista pelo ministro Gilmar Mendes.

O pedido da defesa, por ser do ano passado, não menciona troca de mensagens entre o juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, divulgada neste fim de semana pelo site The Intercept Brasil.

Ao comentar o caso Gilmar Mendes afirmou preferir "aguardar os desdobramentos para a gente ter uma ideia segura do que dizer".

Por outro lado, o ministro destacou que as mensagens podem ser utilizados em juízo, mesmo se forem obtidas de modo ilegal.

"Se amanhã alguém tiver sido alvo de uma condenação por assassinato e aí se descobrir por uma prova ilegal que ele não é o autor do crime, se diz que, em geral, essa prova é válida", declarou Gilmar Mendes.

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